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“NEM TUDO É SHOW”


Queridos irmãos,

agora pouco estava ouvindo o programa FALA UMBANDA com nosso irmão MARCO da ASSEMA e lá percebi um comentário sobre algumas pessoas que vão em alguns terreiros e fazem shows, discordei sobre o fato, pois não é bem assim com todos, nem tudo é show, talvez ele esteja acostumado em ver estes shows, mas em outros terreiros nem sempre é show.

Lembremos que no Espiritismo os passes são dados por médiuns e não por médiuns incorporados, na Umbanda a maioria dos passes são dados por espíritos incorporados, diferente do Espiritismo. Na Umbanda trabalhamos com Falanges de Trabalho e nestas nem sempre temos espíritos na mesma evolução, entendemos ainda que determinados espíritos aproximam-se destas Falanges sem nem mesmo trabalharem na Lei ou ainda seguirem o que a mais baixa evolução desta Falange transmuta. Então é muito perigoso dizer que este ou aquele, nesta ou naquela Casa não deveria aparecer por se tratar de um passe no ser encarnado e não no espírito, entidade, guia, muito complicado afirmar tal fato baseando apenas no que percebemos em nossas Casas, devemos perceber sim nossas Casas não fechando os olhos para a espiritualidade, se afirmarmos tal fato estamos fechando os olhos para os ataques eminentes em nossas giras.

Povo de Umbanda acha que porteira segura é tudo e não é bem assim, nossos corações e mentes seguram alguma coisa, mas a egregora é mais latente neste momento, achar isso ou aquilo confiando em nossas porteiras e no que pensamos conhecer é abrir a guarda para qualquer marginal astral. Eu já vi egun usar nome de diversas entidades e não afirmo que isso não aconteceu nas Casas que já fui filho, ou que não vai acontecer na Casa que serei filho ou ainda na Casa se algum dia eu comandar, estamos propícios a estes, e nem sempre são os marginais astrais que chegam em um passe.

VAMOS IMAGINAR…

Determinada pessoa está em uma gira de Preto Velho e toma um passe de um espírito que se diz ser de Aruanda e esta deveria trabalhar com um Preto Velho de Aruanda e por algum motivo ou ainda até medo ou vergonha não aceita ser um médium. Este Preto Velho neste passe não irá manifestar? Marco amo a ASSEMA, tenho muito respeito por todos desta Casa e principalmente por você, mas eu discordo totalmente de você quando diz que este tipo de manifestação pode ser ou é um SHOW.

Irmão muito cuidado ao avistar seu quintal, pois no mesmo bairro, cidade, estado, país, existe outros quintais, além de tudo isso é perceber também a mediunidade, pois é bem mais ampla que nossos quintais, perceber ainda a sabedoria dos espíritos, conheço diversas pessoas que até posso lhe enviar nomes de alguns nomes de Curitiba que hoje estão na ASSEMA que recebiam Entidades até mesmo na rua ou ainda poderiam receber, no trabalho e em outros locais e não é SHOW, eu chamo de mediunidade aflorada (descontrolada). Mediunidade aflorada? Mas não seria termo do espiritismo? Sim, talvez, mas eu prefiro dizer termo da espiritualidade e nada mais.

Marco nem tudo é SHOW, e nem tudo é critica ou ainda porrada, pancada como disseram lá na rádio se ouço a rádio é por lhe respeitar, eu tenho diversas sobre Umbanda para ouvir, mas prefiro sempre onde você está, pois gosto do que falas, mas no calor de um programa eu reconheço sim que erramos, sou diretor de um programa de rádio e este existia bem antes de eu nascer, o programa foi criado pelo meu pai a 45 anos atrás, mas falar em microfone é bem complicado para mim, neste programa não existe religião, apenas musicas bem antiga, meu pai não é um bom locutor, é apenas um ótimo comunicador, mas eu sempre trabalho nos bastidores e ele sempre afirmar que sou diretor do programa que ele nada faria sem a minha ajuda e eu apenas digo nem existiria o programa se fosse por minha iniciativa. Marco precisamos de bengalas, mas as bengalas não movimentam só, elas nem mesmos seriam bengalas. Entenda como quiser apenas estou lhe repassando o que a espiritualidade me repassa, um dia talvez terei a chance de falar outras coisas diretamente ou amplamente. Microfone? Nunca…rs. Prefiro escrever com meu português porco.

O Link deste post será enviado ao Marco da ASSEMA e este post será aberto a comentários e que nosso irmão deixe o comentário aqui.

A Cromoterapia na Umbanda


I) INTRODUÇÃO

A utilização a cor em qualquer religião, ou melhor em qualquer processo mágico remonta aos tempos mais antigos. A luz é uma vibração energética, da mesma forma que as vibrações mais sutis empregadas na Magia. È perfeitamente sabido da utilização das cores nas mais diversas áreas do conhecimento.

Hoje em dia, o processo de planejamento de hospitais, como foi o caso do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da tijuca, obedece às técnicas de cromoterapia.

Desde a mais remota Antiguidade, o ser humano vem fazendo uso da cor com as mais diferentes aplicações. Recentemente, uma grande pesquisadora sueca, desenvolveu uma técnica de harmonização baseada na aplicação das cores com o nome de aura-soma.

Os egípcios da Antiguidade, povo de origem da nossa querida Umbanda, sabiam perfeitamente utilizar as cores nos seus diversos rituais. Por exemplo, quando um sacerdote fazia uso decores nos seus lábios ou nos seus olhos, o fazia dentro de uma rígida técnica cromoterápica. Quando embalsamavam seus mortos utilizavam, também, as cores adequadas ao ritual.

Assim, foi se difundindo todo o estudo desta grande ciência, que aliada ao uso da radiestesia, ou seja, o pêndulo, nos ajuda tanto na realização de nossos rituais.

II. AS CORES E A UMBANDA

Fazendo agora um, paralelo entre a Cromoterapia e a Umbanda, iremos verificar um perfeito casamento entre a religião e a ciência ( sim, a Cromoterapia está fundamentada em conceitos científicos).

Iremos verificar que a exuberância de cores nos rituais Umbandistas têm seus fundamentos no estudo da Cromoterapia.

A seguir, farei uma abordagem de cada Orixá, sua cor e seu significado. Antes porém, cabe-nos lembrar que o Orixá é uma vibração, da mesma forma que a luz. Quando utilizo as cores de um dado Orixá para um trabalho de Magia, é como se estivesse utilizando das mesmas vibrações coloridas da luz para a mesma finalidade.

OXALÁ

Iniciando por Oxalá, Orixá da Paz, da Harmonia e do Amor. Suas cores são o branco e o dourado. O branco representando muito bem a paz evocada por este Orixá e o dourado a vibração luminosa que faz a conexão perfeita com a Divindade. Que outro Orixá não traduz melhor esta conexão divina ?

OMULU

O preto e o amarelo. O preto simboliza o retorno. È Omulu que faz este retorno através do mundo dos mortos. O amarelo é a mente. Poder mental que unido a este retorno, realiza todas as mudanças necessárias à nossa vida. Omulu é o grande Senhor da Transformação, daí muitas vezes, sua representação estar calcada nas cores roxo e amarela. O roxo é a maior vibração de transmutação que pode ser sentida. Omulu transmuta todas as nossas dores em alegria , a doença e saúde.

YEMANJÁ

No azul temos a mais perfeita tradução das deusas femininas. Yemanjá é o símbolo maior da força feminina. Todas as grandes deusas ostentam a cor azul, uma vez que esta cor é considerada a mais feminina de todas as cores. O azul, que da mesma forma que a mãe, acalanta e aconchega. No branco, a Paz. Assim, se faz a união perfeita da Paz com o Amor da grande Mãe, resultando na fertilidade evocada por este grande Orixá.

NANÃ

A senhora da transcendência espiritual e das transformações está muito bem expressa no roxo e no lilás, suas cores. Nanã faz a ligação com os diversos planos da espiritualidade, da mesma forma que o lilás. Enquanto isso, o roxo irá transmutar todas as dores e preconceitos para que a mente, liberada, vislumbre estes diversos Planos.

OSSAYN

O rosa da Harmonia com o verde da cura, Ossayn se traduz na Senhora das ervas e das curas. È necessária a Harmonia para que se encontre os meios de se buscar a cura de todos os males.

OXOCE

No verde a cura e o despertar do outro, o despertar de entender que não estamos sós, fazemos parte de uma grande nação chamada Humanidade. Com o vermelho da coragem, a união perfeita para se alcançar, não só a cura de nossos males, mas também a purificação de nossos corpos quando o branco entra e, pela Paz e Harmonia, realiza a grande Magia alquímica de nossa ligação com os mais altos planos a espiritualidade.

OGUM

È o grande guerreiro universal. È o vencedor de todas as nossas demandas internas e externas. È aquele que abre todos os caminhos para que nossa missão se realize. O vermelho lhe cai perfeitamente, principalmente , quando se une ao branco da Paz, mostrando que suas batalhas não trazem tristezas, mas são coroadas pela vitória de todos os seres humanos.

OXUM

A Senhora do Ouro, como por muitos é conhecida, está muito bem representada pela cor dourada. O dourado da mente que não necessita da força bruta para se afirmar. Oxum é a grande senhora que nos mostra a necessidade de depormos nossas armas, sejam elas revólveres ou posturas e abrirmos nossa mente ao novo. Com o azul índigo representando o poder do querer da vontade férrea, Oxum simboliza com as suas cores a realização de um mundo melhor.

YANSÃ

Sem a energia do coral nada poderia acontecer. È esta vibração luminosa que nos dá a coragem e a determinação para enfrentarmos as mais difíceis situações em nossas vidas. O coral faz com que qualquer energia possa subir, qual um chafariz, e transbordar em luz para todos, Quando se junta ao amarelo, Yansã sabe o momento para a tomada de decisões.

XANGÔ

O marrom da terra traduz perfeitamente esta energia tão mágica que nos dá a sustentação para o resgate de todas as nossas dívidas. Xangô é o grande sábio que traz a Justiça Divina. Junto com o amarelo, harmoniza esta mesma Justiça.

Agora poderemos Iná falar um pouco sobre as falanges:

EXU e POMBA-GIRA

Nas cores vermelho e preto, suas cores básicas, encontramos a melhor tradução para estes seres tão queridos e de tanta luz de nossa querida Umbanda. O preto é o símbolo maior do grau mais elevado que alguém pode alcançar no seu processo iniciatório. O vermelho é o símbolo da vida, da força e da energia. Vermelho e preto, juntos, formam a grande união entre a vida na matéria e o processo religioso, ou seja a união, na matéria, do entendimento da verdadeira vida que nossos olhos não enxergam.

CRIANÇAS

Conhecidos como Povo Cor de Rosa, sua cor básica. È pura alegria, Amor e Harmonia. Ora, que outros atributos não estaria melhor representados por esta cor?

( Autor Anônimo)

MEDIUNIDADE DE CURA


A mediunidade de cura é a capacidade possuída por certos médiuns de curarem moléstias por si mesmos, provocando reações reparadoras de tecidos e órgãos do corpo humano, inclusive as oriundas de influenciação espiritual. Assim como existem médiuns que emitem fluidos próprios para a produção de efeitos físicos concretos (ectoplasmia), temos igualmente os médiuns que emitem fluidos que operam todas as reparações acima referidas.

Na essência, o fluido é sempre o mesmo, uma substância cósmica fundamental.

Mas suas propriedades e efeitos variam imensamente, conforme a natureza da fonte geradora imediata, da vibração específica e, em muitos casos (como este de cura, por exemplo), do sentimento que precedeu o ato da emissão.

A diferença entre os dois fenômenos é que no primeiro caso (ectoplasmia), o fluido é pesado, denso, próprio para elaboração de formas ou produção de efeitos objetivos por condensação, ao passo que no segundo (curas), ele é sutilizado, radiante, próprio para alterar condições vibratórias já existentes.

MÉDIUM CURADOR

Além do magnetismo próprio, o médium curador goza da aptidão de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo placas e quistos fluídicos produzidos tanto por auto-obsessão
como por influenciação direta.

O médium se coloca em contato com essas fontes ao orar e se concentrar, animado pelo desejo de fazer uma caridade evangélica.

Como a lei do amor é a que preside todos os atos da vida espiritual superior, ele se coloca em condições de vibrar em consonância com todas as atividades universais da criação, encadeando forças de alto poder construtivo que vertem sobre ele e se transferem ao doente. Por sua vez, este se colocou na mesma sintonia vibratória por meio da fé ou da esperança.

Os fluidos radiantes interpenetram o corpo físico, atingem o campo da vida celular, bombardeiam os átomos, elevam-lhes a vibracão íntima e injetam nas células uma vitalidade mais intensa. Em conseqüência, acelera as trocas (assimilação, eliminação), resultando em uma alteração benéfica que
repara lesões ou equilibra funções no corpo físico.

Nas operações cirúrgicas feitas diretamente no corpo físico, os espíritos operadores incorporam no próprio médium que dispõe desta faculdade. Ele, como autômato, opera o paciente com os mesmos instrumentos da cirurgia terrena, porém sem anestesia e dispensando qualquer precaução de assepsia. Em certos casos, embora raros, o espírito incorporado logra o mesmo resultado cirúrgico utilizando objetos de uso doméstico (facas, tesouras, garfos ou estiletes comuns) como instrumentos operatórios, igualmente sem quaisquer cuidados anti-sépticos.

O cirurgião invisível incorporado no médium corta a carne do paciente, extirpa excrescências mórbidas, drena tumores, desata atrofias, desimpede a circulação obstruída, reduz estenoses ou elimina órgãos irrecuperáveis.

Semelhantes intervenções, além de seu absoluto êxito, são realizadas em um espaço de tempo exíguo, muito acima da capacidade do mais abalizado cirurgião do mundo físico. Em tais casos, os médicos desencarnados fazem seus diagnósticos rapidamente, com absoluta exatidão e sem necessidade de chapas radiográficas, eletrocardiogramas, hemogramas, encefalogramas ou quaisquer outras pesquisas de laboratório.

Nessas operações mediúnicas processadas diretamente na carne, os pacientes operados tanto podem apresentar cicatrizes ou estigmas operatórios como ficarem livres de quaisquer sinais cirúrgicos. Em seguida à operação, eles se erguem lépidos e sem qualquer embaraço ou dor, manifestando-se surpreendidos por seu alívio inesperado e a eliminação súbita de seus males.

Quando opera incorporado no médium, o espírito sempre é auxiliado por companheiros experimentados na mesma tarefa, que cooperam e ajudam no controle da intervenção cirúrgica, no diagnóstico seguro e rápido e no exame antecipado das anomalias dos enfermos a ser operados.

Entidades experimentadas na ciência química transcendental preparam os fluidos anestesiantes e cicatrizantes, transferindo-os depois do mundo oculto para o cenário físico através da materialização na forma líquida ou gasosa, conforme seja necessário.

CIRURGIAS A DISTÂNCIA

Embora o êxito das operações mediúnicas dependa especialmente do ectoplasma a ser fornecido por um médium de efeitos físicos e controlado pelos espíritos de médicos desencarnados, há circunstâncias em que, devido ao teor sadio dos próprios fluidos do enfermo, as operações produzem resultados miraculosos no corpo físico, apesar de processadas somente no perispírito.

O processo de “refluidificação”, com o aproveitamento dos fluidos do próprio doente, lembra algo do recurso de cura adotado na hemoterapia praticada pela medicina terrena, na qual o médico incentiva o energismo da pessoa debilitada extraindo-lhe algum sangue e, em seguida, injetando-o novamente nela, em um processo que acelera a dinâmica do sistema circulatório.

No entanto, mesmo que se tratem de operações mediúnicas feitas diretamente na carne do paciente ou mediante fluidos irradiados a distância pelas pessoas de magnetismo terapêutico, o sucesso operatório exige sempre a interferência de espíritos desencarnados, técnicos e operadores, que submetem os fluidos irradiados pelos “vivos” a um avançado processo de química transcendental nos laboratórios do lado espiritual.

E quais são as diferenças entre as cirurgias realizadas com a presença do paciente e as realizadas a distância? No primeiro caso, os técnicos desencarnados utilizam o ectoplasma do médium de efeitos físicos e também os fluidos nervosos emitidos pelas pessoas presentes. Esta aglutinação polarizada sobre o enfermo presente possibilita resultados mais eficientes e imediatos.

No segundo caso, os espíritos operadores procuram reunir e projetar sobre o doente os fluidos magnéticos obtidos pelas pessoas que se encontram reunidas a distância, no centro espírita. Porém, como se tratam de fluidos bem mais fracos do que os fornecidos pelo médium de fenômenos físicos, eles são submetidos a um tratamento químico especial pelos operadores invisíveis, a fim de se obterem resultados positivos.

Mesmo assim, os fluidos transmitidos a distância servem apenas para as intervenções de pouco vulto, pois, sendo fluidos heterogêneos, exigem a “purificação” à qual nos referimos.

Existem alguns fatores que impedem as cirurgias a distância de serem tão eficazes e seguras como as intervenções diretas. Para muitos desses voluntários doadores de fluidos, faltam a vontade disciplinada e a vibração emotiva fervorosa, que potencializam as energias espirituais. Além disso, alguns deles não gozam de boa saúde, fumam em demasia, ingerem bebidas alcoólicas em excesso ou abusam de alimentação carnívora. Aliás, nos dias destinados a esses trabalhos espirituais, os médiuns deveriam se submeter a uma alimentação sóbria, já que, depois de uma refeição por vezes indigesta, o indivíduo não tem disposição para tomar parte em uma tarefa que exige concentração mental segura.

DIFICULDADES PARA OS ESPÍRITOS

Durante o tratamento fluídico operado a distância, a cura depende muito das condições psíquicas em que os doentes forem encontrados durante a recepção dos fluidos. Os espíritos terapeutas enfrentam sérias dificuldades no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espíritas, pois além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio mental do ambiente onde eles atuam, outros empecilhos os aguardam, em virtude do estado psíquico dos próprios doentes.

Às vezes, o enfermo tem a mente saturada de fluidos sombrios, em face de conversas maledicentes, intrigas, calúnias e fofocas. Em outros casos, lá está ele em excitação nervosa por causa de alguma violenta discussão política ou desportiva, bem como é encontrado envolto na fumarada intoxicante do cigarro ou na bebericagem de um alcoólatra. Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente carregado de fluidos agressivos, provenientes de discussões ocorridas entre seus familiares. É evidente que os desencarnados têm pouco êxito em sua tarefa abnegada de socorrerem os enfermos quando estes vibram recalques de ódio, vingança, luxúria, cobiça ou quaisquer outros sentimentos negativos.

CIRURGIAS DURANTE O SONO

As operações cirúrgicas realizadas no perispírito durante o sono só atingem a causa mórbida no tecido etérico deste, porém, depois de algum tempo, começam a desaparecer seus efeitos mórbidos na carne, pelo mesmo fenômeno de repercussão vibratória. Neste caso, como os enfermos operados ignoram o que lhes aconteceu durante o sono ou mesmo em momento de vigília e repouso, duvidam quanto a essa possibilidade.

Uma vez que esses doentes, tendo sido operados no perispírito, não comprovam de imediato qualquer alteração benéfica em seu corpo físico, geralmente supõem terem sido vítimas de uma fraude ou um completo fracasso quanto à intervenção feita. Acontece que a transferência reflexa das reações produzidas por essas operações se processa muito lentamente, levando semanas ou até meses para manifestarem seus efeitos benéficos no organismo. Além disso, há casos em que o enfermo recebe assistência de seus guias espirituais devido à circunstância de emergência, que não altera o determinismo de seu resgate cármico.

Toda cura se dá pela ação fluídica, já que o espírito age através dos fluidos.
Tanto o perispírito como o corpo físico são de natureza fluídica, embora em diferentes estados, havendo relação entre eles. O agente da cura pode ser encarnado ou desencarnado e nela podem ser utilizados ou não processos como passes, água fluidificada e outros, além da intervenção no perispírito ou no corpo. Na cura por efeitos físicos, a alteração orgânica no corpo físico é imediatamente visível ou passível de constatação pelos sentidos ou aparelhamentos materiais.

Na ação fluídica sobre o perispírito, a cura será avaliada depois, pelos efeitos posteriores no corpo físico. Agindo através dos centros anímicos, órgãos de ligação com o perispírito, atinge-se este, que também se beneficia ao se purificar pela aceleração vibratória, tornando-se, assim, incompatível com as de mais baixo padrão.

É desta forma que se operam as curas de perturbações espirituais, na parte que se refere ao perturbado propriamente dito.

Sabemos que a maior parte das moléstias de fundo grave e permanente não podem ser curadas porque representam resgates cármicos em desenvolvimento, salvo quando há permissão do Alto para curá-las. Entretanto, há benefícios para o doente em todos os casos, porque se conseguirá, no mínimo, uma atenuação do sofrimento.

A CURA NA MÃO DE TODOS

A faculdade de curar pela influência fluídica é muito comum e pode se desenvolver por exercício. Todos nós, estando saudáveis e equilibrados, podemos beneficiar os doentes com passes, irradiações, água fluidificada etc.
Aprendendo e exercitando, desenvolvemos nosso potencial de ação sobre os fluidos.

O poder curativo está na razão direta da pureza dos fluidos produzidos, como qualidades morais ou pureza de intenções, da energia da vontade, quando o desejo ardente de ajudar provoca maior força de penetração, e da ação do pensamento, dirigindo os fluidos em sua aplicação.

A mediunidade de cura, porém, é bem mais rara, espontânea e se caracteriza pela energia e instantaneidade da ação. O médium de cura age pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o uso de qualquer medicamento.

No evangelho, existem numerosos relatos em que Jesus ou seus seguidores curam por ação fluídica, alguns deles examinados por Allan Kardec no livro A Gênese, capítulo XV.

É lícito buscar a cura, mas não se pode exigi-la, pois ela dependerá da atração e fixação dos fluidos curadores por parte daqueles que devem recebê-los. A cura se processa conforme nossa fé, merecimento ou necessidade. Quando uma pessoa tem merecimento, sua existência precisa continuar ou as tarefas a seu cargo exigem boa saúde, a cura poderá ocorrer em qualquer tempo e lugar, até mesmo sem intermediários (aparentemente, porque ajuda espiritual sempre haverá). No entanto, às vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo aquela dor ou limitação, que o reajusta e equilibra espiritualmente, o que nos faz pensar que nossa prece não foi ouvida.

Para tanto, vejamos o que diz Emmanuel no livro Seara dos Médiuns, no capítulo “Oração e Cura”: “Lembremo-nos de que lesões e chagas, frustrações e defeitos em nossa forma externa são remédios da alma que nós mesmos pedimos à farmácia de Deus. A cura só se dará em caráter dura douro se corrigirmos nossas atuais condições materiais e espirituais. A verdadeira saúde e equilíbrio vêm da paz que em espírito soubermos manter onde, quando, como e com quem estivermos. Empenhemo-nos em curar males físicos, se possível, mas lembremos que o Espiritismo cura sobretudo as moléstias morais”.

De uma maneira primorosa, Allan Kardec nos situa sobre o assunto: “A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada, mas depende também da energia da vontade, que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseje realizar a cura, seja homem ou espírito”.

Daí então se depreende que são quatro as condições fundamentais das quais depende o êxito da cura: o poder curativo do fluido magnético animalizado do próprio médium, a vontade do médium na doação de sua força, a influenciação dos espíritos para dirigir e aumentar a força do homem e as intenções, méritos e fé daquele que deseja se curar.

Retirado do Livro: O que é cura Espiritual – Dr. Bezerra de Menezes

Porque Caboclos e Pretos Velhos?



Lilia Ribeiro

Uma das incógnitas que ainda perduram, na Umbanda, é a verdadeira natureza dos Caboclos e Pretos-Velhos.

Várias opiniões formaram-se a respeito dessas entidades que, através de uma linguagem simples, emitem, por vezes, conceitos que revelam o pensamento erudito de um mestre.

No decorrer de vários anos de convivência com os nossos Velhos e Caboclos, observando-lhes os trabalhos, auscultando opiniões sobre os problemas da vida terrena, notamos que o grau de conhecimento, de evolução varia muito.

Encontramos Pretos Velhos aparentemente apegados aos bens materiais, fazendo questão do “tôco” e do “pito” que não cedem a ninguém, aborrecendo-se com facilidade, reagindo como simples criaturas humanas.

Outros, porém, revelam no procedimento e nas palavras, no acatamento à disciplina imposta necessariamente pela direção espiritual dos trabalhos, a luz espiritual adquirida.

Uns e outros referem-se às senzalas, à vida passada na escravidão ou nas aldeias.

Se o freqüentador assíduo dos terreiros não procurasse o guia apenas para lhe expor as dificuldades da vida terrena, buscando somente o conselho para a solução mais fácil dos seus problemas materiais, teria ocasião de receber ensinamentos preciosos sobre a vida futura, as reencarnações, a necessidade de vencer, com o próprio esforço, a passagem difícil que se lhe apresenta e que será mais um grau conquistado na escola da vida.

Dizia José Álvares Pessoa que a Umbanda é, talvez, a única religião que se preocupa com os problemas materiais do homem.

Não por ser um culto materializado. Pelo contrário: percebendo como o ser humano premido pelas dificuldades que o seu próprio Carma conduz, se afasta do criador, quando a enfermidade, a falta de recursos financeiros, a desarmonia no lar se tornam mais poderosos que a sua crença, os dirigentes espirituais do nosso planeta organizaram um movimento destinado a dar ao homem o conforto, o conselho, a ajuda através dos quais poderá ser, ainda uma vez, reconduzido aos caminhos da fé.

Criaram-se legiões de missionários e para que mais facilmente fossem aceitos e compreendidos pelas classes menos favorecidas, assumiram a feição ainda mais simples, apresentando-se como escravos ou nativos.

Mas terão sido realmente, todos eles, pretos ou índios?

Sabemos que a pobreza e a humanidade não afluem na escala espiritual; a história da nossa pátria evidencia a lealdade, o caráter do índio brasileiro, o valor de muitos escravos.

Sabemos, igualmente que não existem fronteiras, no mundo astral.

Logo, não é de crer que haja um plano exclusivo para caboclos e pretos escravos.
Preferimos, portanto, adotar o conceito de muitos espiritualistas, entre os quais o acima citado J. A. Pessoa:
os guias participam desse movimento de socorro ao homem encarnado, neste final do segundo milênio e se apresentam como Caboclos e Pretos Velhos, nem sempre tiveram a última passagem na terra como escravos ou índios; alguns, possivelmente, nunca o foram. Assumiram essa personalidade como distintivo da missão que viriam a desempenhar.

Uns contam como viveram, há 200 anos ou há pouco mais de meio século, nos engenhos ou nas aldeias indígenas. Outros abstêm-se de qualquer referência à sua passagem na vida terrena. Pacientemente, dão atenção às queixas, ao relato dos pequenos problemas de rotina da nossa vida, aconselhando, animando, esclarecendo, conforme a necessidade de quem lhes fala.

Ensinam a mensagem do Evangelho, o perdão, o amor ao próximo, mostram como é necessário dar para receber, perdoar para ser perdoado, corrigir as falhas, dominar os sentimentos de vingança, de inveja, para adquirir luz.

E através desse trabalho humilde, incompreendido, ainda, por muitos, vão prosseguindo na missão de reconduzir o homem ao caminho que o levará a Deus.

Sua origem, não importa.

Se o Caboclo viveu como um cacique de uma tribo ou como iniciado de uma seita oriental, não interessa no momento.

Se o Velho foi escravo ou jovem médico, ou se foi mestre na magia, também não faz diferença.

O que vale, agora, é apenas a missão a ser cumprida, em benefício da humanidade, para que o Brasil, futuro centro de difusão do Evangelho, esteja melhor preparado para o advento do III Milênio. (grifo nosso)

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BANHOS RITUALISTICOS


Acreditamos que todos os seres estão sob a vibração Original de um destes Orixás, como estamos em evolução, encarnamos diversas vezes em todas as vibrações, mas como saber qual é o Orixá que rege nossa atual encarnação ? Debaixo de qual Vibração Original estamos ?

• Através do signo

• Que se divide em quatro forças básicas:

Signos do FOGO : Áries , Leão e Sagitário
Signos do AR : Gêmeos, Libra e Aquário
Signos da ÁGUA : Câncer, Escorpião e Peixes
Signos da TERRA : Touro, Virgem e Capricórnio
Fogo e Ar = São considerados signos positivos
Água e Terra = São considerados signos negativos

 Isso por questão de polaridade (+ -) , e não por ser bom ou não

Fogo = elemento Radiante
Ar = elemento Expansivo
Água = elemento Fluente
Terra = elemento Coesivo

Os banhos ritualísticos de uma maneira geral são rituais, onde utilizamos determinados elementos da natureza, de maneira ordenada e com conhecimento de causa, com o intuito de troca energética entre o indivíduo e a natureza, a fim de fornecer-lhe equilíbrio energético e mental.

Estes banhos prestam-se para limpar as energias negativas, livrar as pessoas de influências negativas, reequilibrar a pessoa, aumentar a capacidade receptiva do aparelho mediúnico, já que os chacras serão desobstruídos, enfim, tem grande importância na manutenção dos corpos.

Embora o banho utiliza-se de elementos materiais, que serão jogados sobre o corpo físico, a contraparte etérica será depositada sobre os chacras, corpo astral e aura que receberão diretamente o prana ou éter vital, bem como a parte astral dos elementos densos.

Não somente os médiuns ativos na Umbanda devem tomar determinados banhos, mas todos nós, em geral, podemos usá-los.

Temos algumas categorias de banhos :

BANHOS de ELEVAÇÃO OU LITURGICO

 São utilizados só por médiuns iniciados (pois esse banho movimenta certas energias de ordem psíquica, podendo trazer sérios distúrbios se o médiuns não estiver pronto).

 Esse banho liga o médium com o seu próprio interior, fazendo-o elevar-se a níveis superiores, com isso cria um forte elo de ligação com seus mentores.

 Em todos os banhos, onde se usam as ervas, devemos nos preocupar com alguns detalhes :

1. A colheita deve ser feita em fases lunares positivas, devido à abundância de prana.

2. Antes de colhermos as ervas, toquemos levemente a terra, para que descarreguemos nossas mãos de qualquer carga negativa, que é levada para o solo.

3. Não utilizar ferramentas metálicas para colher, dê preferência em usar as próprias mãos, já que o metal faz com que diminua o poder energético das ervas.

4. Normalmente usamos folhas, flores, frutos, pequenos caules, cascas, sementes e raízes para os banhos, embora dificilmente usamos as raízes de uma planta, pois estaríamos matando-a.

5. Colocar as ervas colhidas em sacos plásticos, já que são elementos isolantes, pois até chegarmos em casa, estaremos passando por vários ambientes

6. Lavar as ervas em água limpa e corrente

7. Os banhos ritualísticos devem ser feitos com ervas frescas, isto é, não se demorar muito para usá-las, pois o prana contido nelas, vai se dispersando e perde-se o efeito do banho

8. A quantidade de ervas, que irão compor o banho , são 1 ou 3 ou 5 ou 7 ervas

Preparo do Banho :

 Escolher 3,5,ou 7 ervas solares (p/ esse banho SÓ ERVAS DE ORIXALÁ).

 Colhendo-as verdes, na lua Nova ou Crescente, na hora planetária (9:00 a 12:00 h).

 Numa vasilha de louça branca ou ágata;

 Lavar bem as ervas antes;

 Lavar as mãos e limpar com álcool;

 Água de mina ou cachoeira (água pura);

 Luz de lamparina (com azeite de oliva ou amêndoas-doces) fica no centro do pentagrama , em louvor a Orixalá;

 Tábua ou toalha riscada c/ pemba

 Triturar as ervas com as mãos, debaixo de uma boa corrente mental, (com os pensamentos, os mais puros possíveis),

 Côa-se retirando os resto das folhas,

 Toma primeiro o banho de higienização física,

 Esse banho PASSA PELA CABEÇA,

 Ficar de costas para os cardeais OESTE ou LESTE, para absorção de energias;

 Respirar lenta e profundamente

 Não se enxugar por 3 minutos

 Melhor dia é DOMINGO

 Repetir esse banho sempre que houver necessidade.

BANHOS DE DESCARGAS OU DESIMPREGNAÇÃO

Popularmente conhecido como banhos de Descarrego, mas o correto é banho de descarga ou desimpregnação energética, é o banho mais comum e mais conhecido.

Estes banhos servem para livrar o indivíduo de cargas energéticas negativas. Conforme vivemos, vamos passando por vários ambientes, trocamos impressões com todo o tipo de indivíduo e como estamos num planeta atrasado em evolução espiritual, a predominância do mal e de energias negativas são abundantes. Toda esta egrégora formado por pensamentos, ações, vão criando larvas astrais, miasmas e todo a sorte de vírus espirituais que vão se aderindo ao aura das pessoas. Por mais que nos vigiemos, ora ou outra caímos com o nosso nível vibratório e imediatamente estamos entrando nesta egrégora. Se não nos cuidarmos, vamos adquirindo doenças, distúrbios e podemos até ser obsediados.

Há dois tipos de banhos de descarrego :

1) Banho de Sal Grosso

2) Banho de Descarrego com ervas

Banho de sal grosso

Este é o banho mais comumente utilizado, devido à sua simplicidade e eficiência. O elemento principal que é o sal grosso é excelente condutor elétrico e “absorve” muito bem os átomos eletricamente carregados de carga negativa, que chamamos de íons. Como, em tudo há a sua contraparte etérica, a função do sal é também tirar energias negativas aderidas no aura de uma pessoa. Então este banho é eficiente neste aspecto, já que a água em união como o sal, “lava” todo o aura, desmagnetizando-o negativamente.

O preparo deste banho é bem simples:

 Uma vasilha de louça branca ou ágata

 3 ”pedrinhas” de sal grosso em água morna ou fria.

 Este banho é feito do pescoço para baixo, não lavando os dois chacras superiores (coronal e frontal).

O porquê de não poder lavar os chacras superiores, está ligado ao fato de serem estes chacras ligados à coroa da pessoa, tendo que ser muito bem cuidada, já que é o elo de ligação, através da mediunidade, entre a pessoa e o plano astral superior.

 Após o banho, manter-se molhado por alguns minutos (3 minutos) e enxugar-se sem esfregar a toalha sobre o corpo, apenas secando o excesso de umidade.

 Pisar sobre carvão vegetal ou mineral, já que eles absorverão a carga negativa.

Este banho é apenas o banho introdutório para outros banhos ritualísticos, isto é, depois do banho de descarrego, faz-se necessário tomar um outro banho ritualístico, já que além das energias negativas, também se descarregou as energias positivas, ficando a pessoa desenergizada, que só é conseguido com outro tipo de banho.

 Este banho, não deve ser realizado de maneira intensiva (do tipo todos os dias ou uma vez por semana), pois ele realmente tira a energia do aura, deixando-o muito vulnerável. (grifo nosso)

 Pode usar a água do mar, no lugar da água e sal grosso.

 Pode ser feito em qualquer fase da lua

BANHO DE DESCARREGO COM ERVAS

Este banho é mais complexo e menos conhecido do que o de sal grosso. A função deste banho é a mesma que a do sal grosso, só que tem efeito mais duradouro e conseqüências maiores. Quando uma pessoa está ligada a uma obsessão e larvas astrais estão ligadas a ela, faz-se necessário um tratamento mais eficaz.

 Escolher 3,5,ou 7 ervas (da Vibração Original)

 Colhendo-as verdes, na lua Nova ou Crescente, na hora planetária (da Vibração Original)

 Lavar bem as ervas antes;

 Numa vasilha de louça branca ou ágata;

 Água FERVENTE sobre as ervas ;

 1 vela sobre o pentagrama , em louvor ao Orixá;

 Tábua ou toalha riscada c/ pemba

 Espera esfriar

 Toma primeiro o banho de higienização física,

 Esse banho NÃO PASSA PELA CABEÇA,é do pescoço p/ baixo,

 É NECESSÀRIO DEIXAR AS ERVAS (SEM TRITURAR) PASSAR PELO CORPO.

 Ficar de frente para o cardeal SUL ;

 Respirar lenta e profundamente

 Não se enxugar por 3 minutos

 Melhor dia é (da Vibração Original) ver tabela

 Pisar sobre pequenos pedaços de carvão vegetal ou mineral( elemento carbono), já que eles absorverão a carga negativa

 Após o banho, manter-se molhado por alguns minutos (3 minutos) e enxugar-se sem esfregar a toalha sobre o corpo, apenas secando o excesso de umidade.

 Após o banho, é importante saber desfazer-se dos restos das ervas + os carvões. Aquilo que ficou sobre o nosso corpo, nós retiramos e juntamos com o que ficou no chão. Colocamos tudo num vidro (por ser isolante) e despachamos aquilo que é biodegradável, em água corrente. (sem o vidro é lógico).

BANHOS DE FIXAÇÃO OU RITUÁLISCO

 ESTE BANHO É SÓ PARA MÉDIUNS

 Visa precipitar sem maior abundância fluída etérico-físicos (aumentar, facilitar o contato , a ligação, com seu mentor ),

 Usa ervas da VIBRAÇÃO ORIGINAL + ERVAS DA VIBRAÇÂO ORIGINAL DA ENTIDADE ATUANTE, na proporção 2:1

 É preparado da mesma forma do banho de elevação

 Pode ser com água fervente ou dos sítios vibratórios (cachoeira,rio, mar, mina, etc)

Obs.: SE USAR ÁGUA FERVENTE, RETIRA AS ERVAS E DEPOSITA NUMA MATA, SE USAR ÁGUA DOS SITIOS VIBRATÓRIOS, COA ANTES E UTILIZA SOMENTE O SUMO.

 Pode ser fixado num pentagrama ou hexagrama

 Cardeal LESTE OU OESTE

 Não passar as ervas pelo corpo,

 Só do PESCOÇO para BAIXO,

 É bom utilizá-lo em dia de Adestramento Mediúnico

Este banho é usado para trabalhos ritualísticos e fechados ao público, onde se prestará a trabalhos de magia, iniciação ou consagração. Este banho é realizado apenas por quem é médium e irá realizar um trabalho aprofundado, onde tomará contato mais direto com as entidades elevadas. Este banho “abre” todos os chacras e a percepção mediúnica fica aguçadíssima.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 Apesar do que tudo que aqui foi escrito, vale lembrar que o assunto pode ser aprofundado em vários aspectos.

 A intenção foi apenas demonstrar a importância que os banhos tem sobre todos nós, principalmente para aqueles que são umbandistas e praticam estes rituais. Além de criar nas mentes daqueles que sejam adeptos da Umbanda, a consciência de que não cultuamos uma religião fetichista, mas uma religião que sabe integrar o espírito com a própria natureza e indiretamente com Deus, com os Orixás e todo o plano astral, porque é isto que eles querem de nós, que sejamos libertos das amarras da matéria e nos voltemos a Eles de maneira mais natural possível.

 Ao colher as ervas para a preparação banho, sempre tenha em mente a necessidade de estar consciente sobre aquilo que está fazendo (Força da Ação Psíquica). Assim, colhas as ervas de modo consciente, pedido a autorização para colher aquela folha, pois “alguém” é responsável por aquela planta.

 Sempre colha as folhas em números ímpares e em ordem crescente: uma folha da primeira erva a ser colhida, três da segunda, cinco da terceira, e assim por diante. Caso tenha dificuldade em encontrar as ervas afins para os banhos, utilize-se apenas das ervas solares – as relativas a Orixalá.

IMPORTANTE :

• Não usar aqueles banhos preparados e vendidos em casas de artigos religiosos, já que normalmente as ervas já estão secas, não se sabe a procedência nem a qualidade das ervas, nem se sabe em que lua foi colhida, além de não ter serventia alguma, é apenas sugestivo o efeito.

• Alguns banhos são feitos com água fria e as plantas são maceradas com as próprias mãos e só depois, se for o caso, adicionar um pouco de água quente, para suportar a temperatura da água.

• Banhos feitos com água quente devem ser feitos por meio da abafação e não fervimento da água e ervas, isto é, esquenta-se a água, até quase ferver, apague o fogo, deposite as ervas e abafe com uma tampa, mantenha esta imersão por uns 10 minutos antes de usar. Alguns dizem que a água quente não é eficiente para um banho, mas esquecem que o elemento Fogo, também faz parte dos rituais de Umbanda. A água aquecida “agita” a mistura, liberando o prana das ervas.

• Acender uma vela e manter-se em oração e concentração, já que se está realizando um ritual.

• Não se enxugar, esfregando a toalha no corpo, apenas, retire o excesso de umidade, já que o esfregar cria cargas elétricas (estática) que podem anular parte ou todo o banho.

• Embora todo o corpo será banhado, à parte da frente do corpo é que devemos dar maior atenção, já que estão as “portas” dos chacras, além da parte frontal possuir uma maior polaridade positiva, que tem propriedades elétricas de atrair as energias negativas e que são eliminadas com o banho, recebendo carga positiva e aceleradora.

ESSÊNCAIS SAGRADAS

As essências são perfumes ou voláteis odoríficos que harmonizam as vibrações do individuo.

Tudo no Universo está em movimento, ou seja, tem uma freqüência vibratória “ondas”, portanto o homem também vibra, e DEVE VIBRAR EM HARMONIA com a vibratória do Universo, para isso precisamos de ajuda !!!

As essências odoríficas e incensos, além de estimularem as sensações através do olfato, propiciam algumas coisas interessantes em termos de energias sutis, mas precisamente em relação ao nosso corpo duplo-etérico ou ao nosso aura, envolvendo reforço, proteção, enfim, funcionando também como um bálsamo às nossas necessidades.

Os perfumes, as essências queimadas (incensos, ou no difusor) HARMONIZAM, ESTABILIZAM as vibrações dos seres encarnados, predispondo-os :

 A vibrações mais elevadas;

 Renovação do campo mental;

 Melhores pensamentos;

 Raciocínio mais claro;

 Harmonização consigo mesmo.

BANHOS DE ESSÊNCIAS

 Pode ser usado em QUALQUER FASE LUNAR

 Qualquer horário

 DEVEM PASSAR PELA CABEÇA

 Coloca-se 3 gotas de uma essência ou combinação de 1 gota de 3 essências em 1 litro de água,

 O vasilhame deve ser um vidro escuro, para não precipitar os fluidos com a passagem total de luz.

 Agitar para misturar

 Mentalizar a cor do Orixá

 Respirar muito suavemente

 Esperar os 3 minutos p/ enxugar-se

Obs.: as essências podem ser utilizadas de diversas formas :

 Banhos

 Lenço umedecido

 Borrifador individual

 Em ambientes

 Difusores

 Pano úmido no chão e móveis

 Algodão umedecido em roupas, e etc

Tudo isso ajudará trazer bem estar, harmonia interior e aumento no magnetismo pessoal.

 No dia-a-dia, tanto em locais de trabalhos espirituais, materiais ou domésticos, para evitar aproximações indesejadas, coloque três tabletes de cânfora em combuquinha com álcool .

ESSÊNCIAS

Orixalá / Leão Heliotrópio / Sândalo / Flor de laranjeira
Ogum / Áries Cravo / Aloés / Tuberosa/ Ciclame
Ogum / Escorpião Aloés / Tuberosa/ Ciclame / Cravo
Oxossi / Touro Patchulli / Violeta / Orquídea / Narciso
Oxossi / Libra Jasmim /Violeta / Orquídea / Narciso
Xangô / Sagitário Sândalo / Mirra / Balsamo /Alecrim
Xangô / Peixes Verbena / Mirra / Balsamo /Alecrim
Yorimá / Capricórnio Violeta / Eucalipto / Alfazema
Yorimá / Aquário Junquilho / Eucalipto / Alfazema / Cidreira
Yori / Gêmeos Alfazema / Jasmim / Benjoim
Yori / Virgem Benjoim / Alfazema / Jasmim
Yemanjá / Câncer Rosa / Verbena / Açucena

Bibliografia :

• Umbanda- A Proto-Síntese Cósmica

• Umbanda – O Elo Perdido

• Umbanda – O Arcano dos Sete Orixás

• Fundamentos Herméticos de Umbanda

IMPORTANTE: Este texto foi baixado no E-mule, quem o montou eu desconheço

O MISTÉRIO DAS FITAS NA UMBANDA


Por Rubens Saraceni

1. Existem na criação, irradiações Divinas que se assemelham a “FITAS” (a venda no comércio), devido a similaridade de largura, e usadas em trabalhos de magia. Ao se falar em Mistério das 7 Fitas Sagradas, referimo-nos a este tipo de irradiação Divina cujas faixas estreitas tem as mais variadas cores, e por trazerem dentro de si, vibrações das mais diversas possíveis, e por transportarem muitos fatores, quando são direcionadas magisticamente, realizam trabalhos importantíssimos tanto positivos quanto negativos. Estas “Fitas Divinas” são, na verdade, a fusão ou o entrelaçamento de ondas vibratórias que criam aos olhos dos seus observadores, a impressão de que estão vendo Fitas coloridas.

2. Estas irradiações Divinas semelhantes a Fitas, por transportarem vibrações desde o plano Divino da Criação até o plano espiritual e por imantação condensarem seus mistérios em Fitas feitas de tecido, dão a estes materiais todo um poder magístico. Fitas vem sendo usadas, na Umbanda, pelos guias espirituais que as cruzam e as amarram nos pulsos das pessoas como proteção ou repelidoras de vibrações negativas, assim como determinam aos seus médiuns que usem nas ao redor da cintura ou transversalmente à direita ou à esquerda, sempre como protetores. Mas também as usam para “amarrar” forças negativas fora de controle ou rebeladas visando contê-las, e esgotar os seus negativismos. Também costumam pedir que Fitas de determinada cor e quantidade (1,3,5,7) sejam colocadas dentro das oferendas, ainda que os seus médiuns ou quem for fazer a oferenda, nada saiba ou conheça sobre este poderosíssimo mistério simbólico da Umbanda.

3. As irradiações Divinas, na forma de Fitas, partem de mentais divinos identificados por nós e dentro da Umbanda como Orixás. Portanto, basta fazer uma associação entre as cores dos Orixás e as Fitas, que tanto temos o conhecimento de a quem pertencem quanto o que realizam.

4. A posição das Fitas colocadas ou amarradas no corpo do médium ou do consulente, indica o tipo de trabalho e qual linha está atuando.

Fitas colocadas ao redor da cabeça, indica trabalho envolvendo o mental.

Fitas amarradas a tira-colo ou transversalmente à esquerda, indicam trabalhos realizados por forças espirituais da esquerda.

Fitas amarradas transversalmente e à direita, indicam trabalhos realizados pelas forças da direita.

Fitas penduradas ao redor do pescoço e caídas sobre o peito, indicam campos protetores.

Fitas amarradas na linha da cintura, indicam campos de trabalho protetor permanentes.

Portanto, quando os guias espirituais recomendam aos médiuns que usem ou despachem (as Fitas), estes devem entender que por trás de cada cor e cada fita, está um poder divino que é atuante e cujas irradiações, na forma de “Fitas”, partem desde o plano mais elevado da criação e chegam até o lado espiritual, podendo ser condensado ou irradiado através de Fitas materiais cruzadas e imantadas pelos guias espirituais, uma vez que ao falarmos em um mistério das Sete Fitas Sagradas, estamos nos referindo a estas irradiações que são vivas, Divinas e capazes de realizarem poderosíssimos trabalho de magia.

5. Continuando com o que existe por trás de alguns elementos usados pelos guias espirituais da Umbanda, podemos fundamentá-los nos poderes desta forma:

• Existem irradiações divinas finíssimas e análogas a linhas. Estas irradiações penetram o mental das pessoas e alimentam suas faculdades e/ou dons mediúnicos, portanto, ao falarmos em 7 Linhas de Umbanda, estamos nos referindo a estas irradiações divinas provenientes diretamente dos mentais dos Orixás para os dos médiuns. Assim como fazer trabalho com o uso de linhas coloridas é trabalhar com este mistério divino.

6. Os cordões usados pelos guias, sejam eles feitos de fios enrolados ou trançados ou enfeixados e enlinhados por fora, com uma linha, também são reproduções de irradiações divinas provenientes dos mentais divinos que, por serem feixes de ondas vibratórias transportadoras e irradiadoras de fatores, e por serem vivas e realizadoras, então estes cordões usados pelos guias, e que são simbolizados por laços, chicotes, cipós, e por cordões propriamente ditos, assim que são cruzados e imantados por eles, adquirem poderes magísticos.

Portanto, todos estes elementos adquiridos e outros aqui não citados, não são adereços folclóricos e muito menos enfeites, porquê são reproduções simbólicas de irradiações divinas provenientes dos mentais divinos que fundamentam seus usos pelos guias espirituais da Umbanda.

Vamos citar alguns mistérios manipulados pelos guias, cujos fundamentos encontram-se nas irradiações divinas:

1. Mistério das Sete Fitas Sagradas

2. Mistério das Sete Faixas Sagradas

3. Mistério das Sete Estolas Sagradas

4. Mistério das Sete Toalhas Sagradas

5. Mistério das Sete Cordões Sagrados

6. Mistério das Sete Laços Sagrados

7. Mistério das Sete Linhas Sagradas

8. Mistério das Sete Cipós Sagrados

9. Mistério das Sete Correntes Sagradas

10. Mistério das Sete Nós Sagrados

NOTA EXPLICATIVA:

Os Sete Nós Sagrados referem-se a pólos magnéticos onde as ondas vibratórias se entrelaçam amarrando-se nos mais diversos tipos de nós, criando pólos eletromagnéticos recebedores de irradiações e redirecionadores delas.

Acho que chegou a hora de dar um basta


Existe canalhas em todas as religiões, esta semana tive o desprazer de saber da historia de um “pseudo” pai no santo, que dispensa todos os Filhos no Santo, para ficar com seu “baiano” só com sua Filha no Santo, longe dos olhos dos demais o tal baiano tenta de qualquer forma beijar e passar mão pelo corpo a filha no santo. Este Terreiro é o primeiro que a médium freqüenta e nem mesmo sabia que isso não é atitude de um espírito, segundo a pessoa quando este safado faz isso e ela não permite ele se diz estar incorporado com o Baiano e faz uso da possibilidade que a Filho no Santo não confiar nele (no Baiano).

Eu já respondi a nossa irmã que passou por este constrangimento por duas vezes e ainda a pedi que o denunciasse por assédio em uma delegacia, ou algo parecido, mas também pedi o nome deste canalha travestido de Pai no Santo, que eu irei divulgar aqui neste blog, lógico preservando o nome da médium e se ainda enviar o nome do Terreiro irei também deixar aqui explicito, só assim as médiuns mulheres não irão cair nesta armadilha com nome de Terreiro.

Estou enojado desse povo que usa o nome da Umbanda para suas mesquinharias e taras, pessoas assim tem que ser extirpados de nosso meio, bandido, safado, o que uma grande perda é não saber o nome deste meliante, necessitamos com urgência de uma autarquia que regule os exageros dentro dos Terreiros. Eu já vi safados(as) de todo jeito e maneira, até pessoas vendendo suas residências para encher o bolso destes safados(as).

Canalha que fiz esta aberração com nossa irmã, cuidado que se ela enviar o seu nome e o nome de “seu” Terreiro, irei fazer o maior estardalhaço aqui na internet sobre o seu ato covarde.

Acho que chegou a hora de dar um basta. 

Rogo desculpas aos leitores do Blog por meu desabafo…