União e Respeito a Diversidade


Necessário fazer-se urgentemente a união umbandista, independente das formas de se pensar e praticar a Umbanda.

Somos pela diversidade de cultos e ritos , que apesar de diferentes, não são desiguais, portanto não há o mais ou menos importante, todos são importantes.

Precisamos de políticas que incentivem a diversidade de cultos como algo de valor inestimável em nossa religião.

Somente assim respeitaremos a alteridade, o outro, valorizaremos todas as formas de se pensar e praticar a Umbanda.

Não podemos codificar a Umbanda, caso contrário, nossos mentores espirituais já o teriam feito.

Podemos codificar nosso próprio terreiro, mas não todos.

Cada segmento deve e tem de ser respeitado, pois são ângulos de interpretação diferentes de uma mesma Doutrina – a Umbanda .

Respeitar as diferenças constitui dever e é um ato de fraternidade.

A Umbanda, como religião surgida de um caldeamento cultural, é pela não exclusão, pela total inclusão.

Na Umbanda não há marginalização, algo deprimente e corrente em nossa sociedade tão injusta.

A Umbanda devido aos seus vários segmentos ou escolas (ângulo de interpretação) na forma de doutrina e prática, para manter sua unidade na diversidade e possuir uma política de consenso em suas necessidades (contra a discriminação que sofremos de outros setores ou da sociedade como um todo) precisa de união, de convivência pacífica.

Não importa a forma, a maneira de encarar ou praticar a Umbanda, precisamos estar unidos, convivermos pacificamente, sem brigas, dissensões, fragmentações.

Carecemos de convivência pacífica, que é o mínimo que pode-se esperar de uma religião que pretende ser brasileira e trazer soluções em todos os âmbitos.

Paulo C. L. Vicente

Templo Espiritualista Sol e Esperança

Templo Espiritualista Anita Zippin