YORUBÁ – P







PÀDÉ – Rito que é desempenhado no início das cerimônias do candomblé em homenagem a Èsù, considerado necessário como rito propiciatório, pois as primícias sacrificiais devem caber aquele que é, além de primogênito da criação, o portador titular de qualquer oferenda. 0 seu não cumprimento é visto como implicando em perturbação de toda a ordem ritual.PAI-DE-SANTO – vd. Babalorixá.

PAI-PEQUENO – vd. Mãe-pequena.

PALHA-DA-COSTA – Tipo de palha proveniente da Costa da África, com que se designa a região sudanesa da África Ocidental (Golfo da Guiné). Usa-se trançada em diferentes artefatos litúrgicos.

PATÉWÓ ou ÌPATÉWÓ – Palmas em cadoncia sincopada empregadas como saudação aos òrìsà, bem como em circunstâncias que impõem o silencio, como no caso do recolhimento, para indicar uma necessidade a ser atendida. Diz-se paô.

PARÁS – vd. Candomblés.

PEJÍ – Espécie de altar onde se encontram dispostos os diversos tipos de insígnias da divindade, como as pedras votivas (òta), armas e demais objetos simbólicos, e onde estão dispostos os recipientes contendo as comidas ofertadas aos òrìsà.

PEMBAS – Espécie de giz de diferentes cores que é usado para traçar desenhos mágico-religiosos e de caráter invocatório. E mais freqüentemente empregado nos ritos de umbanda.

POMBA-GIRA – vd. Èsù.

POVO-DE-SANTO – Designação coletiva que abrange o conjunto dos filhos-de-santo de todos os candomblés.

PRETOS-VELHOS – Termo que designa um tipo de entidade característica dos cultos de umbanda. Representam os espíritos de negros escravos que se notabilizaram por sua humildade, sabedoria e magia. São conhecidos como Vovô/Vovó, Tio/Tia e Pai/Mãe.


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