YORUBÁ – M







MACUMBAS – vd. Candomblés.MÃE-CRIADEIRA – Termo de referência que designa a ebômin encarregada de atender o noviço durante o seu período de reclusão. É a responsável pelo preparo e administração dos alimentos; higiene pessoal; guarda-roupa e instrução do neófito nos mistérios do culto. Por isso, diz-se que “cria” aquele que está sendo iniciado.

MÃE-DE-SANTO – vd. Babalorixá.

MÃE-PEQUENA – Título honorífico feminino que corresponde à segunda pessoa na ordem hierárquica de uma casa-de-santo. Também ocorre a forma ia-kekerê. Seu equivalente masculino é pai-pequeno. Diz-se, também, mãe ou pai-pequeno daquele que, ao lado da mãe ou pai-de-santo, encarrega-se da formação do iaô (vd. Filho-
pequeno).

MÀRÌWÒ – As folhas desfiadas do dendezeiro (Elaeis guyneensis, A. Cheval, PALMAE) que guarnecem as entradas de uma casa-de-santo contra os egún, os espíritos dos mortos.

MATAMBA – vd. Ìyásan.

MAWU – vd. Òòsàálá

MOJÚBÀ – Louvação endereçada aos ancestrais ilustres, forças da natureza e aos próprios òrìsà, durante os ofícios litúrgicos.

MUZENZA – Diz-se dos filhos-de-santo nos candomblés de “nação” angola. 0 mesmo que iaô. Por extensão, designa a primeira saída pública do neófito no rito angola. Significa, literalmente, “estranho ser animado”, na etimologia da língua kikongo.


Literatura sobre o Assunto: