YORUBÁ – D







DAN – Serpente sagrada (Daomé – Benin) representando a eternidade e a mobilidade sob a figura de uma cobra que engole a própria cauda. Genericamente designa os filhos-de-santo da nação jeje; encontrando-se sincretizada com Òsùmàrè e Besen.DANDALUNDA – vd. Yemoja.

DEFUMADOR – Composto de essências aromáticas, folhas e cascas, usado ritualmente em fumigações propiciatórias e terapêuticas.

DENDÊ – Palmeira africana aclimatada no Brasil (Elaeis guineensis; Jacq.) de ampla utilização na liturgia dos candomblés. 0 óleo obtido dos seus frutos (azeite-de-dendê) é considerado indispensável para a elaboração de grande parte das comidas-de-santo. Suas folhas servem para guarnecer entradas e saídas das casas-de-santo (vd. màrìwò).

DESPACHO – Tipo de oferenda dedicada a Èsù, quer no início das crimônias (vd.Pàdé), quer nas encruzilhadas, nos matos, rios e cemitérios.

DIA-DO-NOME – vd. Orúko.

DIJINA – Nome iniciático dos filhos-de-santo dos candomblés de nação angola.

DILOGUN (Érìn dínlógun) – Nome dado à adivinhação com búzios que podem ser de 4 à 36 (mais comumente 16). Nesse jogo de Ifá as respostas ao oráculo são dadas por Èsù.

DÓBÁLÈ – Cumprimento prescrito aos iniciados de òrìsà femininos diante dos lugares consagrados ao culto, pai ou mãe-de-santo, òrìsà e graus hierárquicos elevados. 0 termo iká designa o seu correspondente para o caso de filhos-de-santo de brisa masculinos.


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