POVO DE ARUANDA

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Posts de março \25\UTC 2010

PONTOS CANTADOS NA T.E.N.S.P.

Publicado por Administrador em março 25, 2010

Queridos Irmãos,

trago aqui alguns Pontos da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade (T.E.N.S.P.), segundo informações muitos dos Pontos eram cantados na época de Zélio de Moraes.

Estes pontos foram enviados para a Lista de debates do site Estudando a Umbanda , em 20 de Fevereiro de 2003, pela amiga Fabiana, participante da T.E.N.S.P., onde o irmão Nitrix distribui em seu site Estudando a Umbanda.

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I . PRECES DE ABERTURA :

1. Prece de Cáritas
2. Prece de Ismael

II. PONTOS DE DEFUMADOR :

1. Defuma com as ervas da Jurema
2. Defuma, defuma,defuma, defuma.
3. Corre gira Pai Ogum
4. Corre ronda no gonguê
5. Pinto piou na calunga
6. Quem está de ronda é São Jorge

III . PONTOS DE ABERTURA DE SESSÃO :

1. Senhora da Piedade
2. Ogum de Lei, Orixá de Lei
3. Salve a Estrela Guia
4. Dá licença Pai Antônio
5. Tiana chegou aqui nesse gongá
6. Estou cançado de curimbar
7. Eles são três caboclos
8. Oi dai-me forças Jesus de Nazaré
9. Chegou, chegou, chegou …
10. Quem vem, quem vem lá de tão longe
11. Ovelhas abnegadas do rebanho de Maria

IV . PONTOS DE TRONQUEIRA :

1. Ogum é todo Malé
2. Cortai, cortai, cortou

V . CRUZAR CAMBONOS :

1. Ai minha cambona, você não se lembra

VI . PONTOS DE OGUM :

1. Ogum, que abalou as estrelas, que abalou as areias
2. Olha Ogum na Aruê, chegou
3. Que cavaleiro é aquele que vem navegando sobre o mar azul
4. Salve Ogum Iara, Ogum Matinata
5. Eu tenho sete espadas pra me defender
6. Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
7. Ô Jorge, ô Jorge, vem de Aruanda
8. Ogum general de Umbanda, Humaitá jurou bandeira
9. Olha Ogum Sete Espadas está no reino
10. Ogum Megê, general de Umbanda
11. São Jorge é quem está de ronda, com sua cavalaria
12. O seu cavalo corre sem ninguém ver
13. No seu cavalo branco ele vem montado
14. Beira mar, auê Beira Mar
15. Se meu Pai é Ogum, vencedor de demanda
16. Olha São Jorge com a matula
17. Eu pedi caridade São Jorge me deu
18. Olha Ogum está de ronda, Miguel tá chamando
19. Ogum partiu pra guerra, Oxalá deu carta branca
20. Marchai, marchai Ogum de Guia
21. Ogum de Lei, Orixá de Lei
22. Ô gente sarava Ogum
23. Capitão do mato mandou me chamar
24. Mas ele é praça de cavalaria
25. Olha Ogum vai se embora pra sua banda
26. Quem está de ronda é São Jorge
27. Quando Ogum partiu pra guerra ele mandou orar, orar
28. Eu vi, o sol raiar, eu vi estrela brilhar
29. Ogum é todo Malé
30. Ele jurou bandeira
31. Na ponta da romaria
32. Ele vem, com a justiça Xangô
33. General Tatá de Umbanda
34. Ô ronda a Terra, ô ronda o mar
35. No campo do Humaitá
36. Foi ao romper da madrugada
37. É dos santos do céu
38. Ogum Iara, Ogum Megê
39. Sarava Ogum e a coroa de lei
40. Senhor Major Ogum
41. Seu cavalinho é de prata
42. Quem anda por mar, quem anda por terra e nunca se cansa
43. Ogum é pai de todos
44. Capitão do mar, é Barabará
45. Ogum dê, de arerê, Ogum dê, macumbauê, louvemos o céu
46. Eu sou do mato, de Ganga Macaia
47. Ogum de Lei ê ê
48. Ogum com seu cavalo corre
49. Ogum, Ogum de Lei, é de lei
50. Com licença de Ogum Megê
51. Sarava Ogum, Ogum é nosso guia
52. Seu Ogum diz que não é rei de Umbanda
53. Ogum olha sua bandeira
54. Montado em seu cavalo branco
55. São Jorge e a Sereia
56. Seu Ogum Beira Mar, o que trouxe do mar ?
57. Sete Ondas na Terra
58. Quem chegou nesse gongá
59. Dizem que Tatá é Tatá
60. Tatá, Tatá é rei de Umbanda
61. Olha Ogum está de ronda, quem está chamando é São Miguel
62. No campo do Humaitá, Ogum Megê
63. O homem que fuma e bebe, ô ganga
64. Quando Ogum chega no reino
65. Ogum é filho macutaia
66. Diz Ogum general de Umbanda
67. Da sua banda estão me chamando

VII . PONTOS DE XANGÔ :

1. Pedra rolou Xangô
2. Xangô, ele é rei da pedreira
3. Quem rola pedra na pedreira é Xangô
4. Estava sentado na pedra
5. Segura a pedra Xangô
6. Eram seis horas, quando o sino tocou
7. Na pedreira da mata virgem
8. Quem de lê, quem dê lê Xangô
9. Ô Gino, olha sua banda
10. Que pedreira tão alta
11. Seu Ariri, Ariri, Ariri
12. Quando a lua aparece
13. Lá no alto da pedreira, a faísca vem rolando
14. Minha mãe cadê Xangô
15. Lá em cima daquela pedreira
16. Xangô meu Pai
17. Sua machado é de ouro, é de ouro
18. Meu pai Xangô olha seus filhos
19. Xangô,Xangô,Xangô,Xangô meu Pai
20. Tererê Xangô, ô tererê Xangô
21. Por de trás daquela serra
22. Xangô é dono da pedreira
23. Oxossi é rei da matas
24. O lelê kaô, o lelê kaô
25. O ganga ô, a Terra é da Jurema
26. Xangô veio das matas virgens
27. Dê deloucau, de deloucau auê
28. Oh rei do mundo
29. Naquele tempo que Xangô recebia
30. Xangô está no céu
31. Lá no reino de Badé
32. Graças a Deus meu Deus

VIII . PONTOS DE OXOSSI :

1. Ai não me mexa na espada de Ogum
2. Os Caboclos desceram
3. Caçador na beira do caminho
4. Vento que vem
5. Oxossi mora de baixo da gameleira
6. A mata estava escura
7. Ele é Ubirajara
8. Ele atirou
9. O meu manacá
10. Ê Oxossi ê, vem chegando de Aruanda
11. A sua mata é longe
12. Oh, que penacho é aquele
13. Eu vi chover, eu vi relampear
14. Na sua aldeia tem os seus Caboclos
15. Caboclo Roxo, da cor morena
16. Caboclo apanha a sua flecha
17. Ê Juremê, ê Jurema
18. Jandira traz nos cabelos uma rosa
19. A Estrela D’Alva é nossa guia
20. Zun, zun, zun, aqui está o Nazaré
21. Caboclo do Mato trabalha
22. Corto língua, corto mironga
23. Fui buscar em meu gongá
24. Ele é Caboclo, ele é flecheiro
25. Quem manda na mata é Oxossi
26. Arreia capangueiros
27. Na sua aldeia ele é caboclo
28. Seu capacete é todo branco
29. Eles são três Caboclos
30. Estou cansado de curimbar
31. Chegou, chegou, chegou, com Deus chegou
32. Cortai, cortai, cortou
33. Um instante meus irmãos
34. O dia quando nasce
35. Atira, atira, eu atirei
36. Enfeitei a Cabocla de pena
37. O meu São Sebastião
38. Cadê Seu Sete Flechas
39. Na mata virgem a coral piou
40. Luar, luar, Caboclo da lua já chegou
41. Eu corre terra, eu corre mar
42. Ajoelha caboclo
43. Com sete meses de nascido
44. Umbanda, quando chega no reino
45. Rompendo matos e ventos
46. Caiu uma folha na Jurema
47. Nós somos dois guerreiros
48. Mangueira, mangueira
49. E vem a barra do dia
50. Chegou Urubatã de Guia
51. Lá bem no alto da serra
52. É lá na Jurema que o caboclo luta
53. Ele veio de tão longe
54. Quando Aruanda se abre
55. Com tanto pau no mato
56. Sobe serra, desce serra
57. Eu sou Caboclo da mata fechada
58. Ô Humaitá, Humaitá filhos de Umbanda
59. Eu vim da mata, ô que mata é a sua
60. Na mata virgem a coral piou
61. Ai quem cortou meu pé de árvore
62. Como é lindo o sol
63. A minha gongo está roncando
64. Mas olha que Caboclo lindo
65. Oi quem brilha no céu
66. A estrela brilhou no céu
67. Vem o sol saindo
68. Nesse mato tem folha
69. Mas ele é capitão da Marambaia
70. Que bombardeio que se deu lá na Jurema
71. Nasci na mata, da mata não tenho medo
72. Oxossi é cassuté
73. Oxossi é dono do Aracajá
74. Salve o Caboclo da Matas
75. Caboclo do Mato
76. Estrela, matutina
77. Oriri, Oriri, Orirá
78. Oh viva Oxossi ê
79. Oh cindarerê, oh cindarerá
80. Eu fui no mato caçar serió
81. Oh meu Deus lá nas alturas
82. Caboclo Jaracutinga
83. Ele é Caboclo da terra da Jurema
84. Ele é Sete Cachoeiras, orerê
85. Ele vem das matas
86. Salta pra aqui Iracema
87. Ai se não fosse a folha da Jurema
88. No meio da mata virgem
89. Sá Macutara mironga de Umbanda
90. Caça, caça, caçador
91. Duas estrelas me alumiam
92. E o caçador, e o caçador
93. De onde vens Zambi
94. Ai Jesus, Jesus morreu na cruz
95. Ô viva Oxossi
96. Mas como é lindo o clarão da lua
97. Lua Nova que brilha no céu
98. Caboclo vem da mata
99. Simiromba vem, simiromba
100. Os Caboclos lá nas matas
101. Foi Zambi quem criou o mundo
102. Seu Branca Lua quando vem d’aldeia

IX . PONTOS DE IANSÃ

1. Eram duas ventarolas
2. Iansã o seu leque é de ouro
3. Oh Nanã, Nanã Boroquê
4. Ela é uma moça bonita
5. Iansã cadê Axum
6. Moça rica com sua espada luminosa
7. Oh Inhacita, corre Umbanda
8. Santa Bárbara virgem
9. Sarava Iansã, dos cabelos louros
10. Cinda mina gonguê a ê a ê
11. Oh minha Santa Bárbara
12. Santa Bárbara aonde mora
13. Guena, Guena, pó pó

X . PONTO DE NANÃ

1. Atraca, atraca que aí vem Nanã, ê á
2. Oh Nanã cadê Axum
3. Treca, Treca que eu vi Nana

XI . PONTOS DE OXUM (ÁGUA DOCE)

1. Eu vi Mamãe Oxum da Cachoeira

XII . PONTOS DE IEMANJÁ

1. Quem quer me ver sobre a terra
2. No fundo do mar tem uma pedra
3. Iemanjá, oh Iemanjá
4. O veado fugia
5. Pus-me a escrever na areia
6. Hoje é dia de Nossa Senhora
7. Baixou, baixou a Virgem da Conceição
8. Quando a estrela vem saindo
9. E vem, e vem, e vem, e vem beirando o mar
10. Bem vinda, seja bem vinda
11. Nós aqui nesse Terreiro

XIII . PONTOS CRUZADOS

1. Ogum assentado na praia
2. Em alto mar, quando a Sereia canta
3. Eu vi Pai José na praia
4. Quando nas matas se ouve um pranto
5. Salve a mesa de Xangô
6. Duas pedras um riacho
7. Se meu Pai é Ogum
8. Salve Congo, salve Rebolo
9. Ele vem com a justiça Xangô
10. No Arerê de Iansã

XIV . PONTOS DE OXALÁ

1. Andorinha voou
2. Como gira, é como gira
3. Gruseia, gruseia meus caros filhos
4. Jesus Cristo é nosso Pai, aruê
5. Abre a porta ô gente
6. Ai Jesus, Jesus morreu na cruz
7. É de credo em credo
8. Jesus nosso redentor
9. Vou pedir ao criador
10. Maior do que Deus, não há
11. Estava dormindo na porteira do curral
12. Que panorama tão lindo e tão belo
13. Estrela do céu
14. Ai meu São Miguel Arcanjo
15. Foi lá no rio azul
16. Deus salve os nossos guias
17. O manto de Oxalá que cubra
18. Oxalá meu Pai
19. Estrela do céu
20. Meu Divino Espírito Santo
21. OH menino de Deus
22. Eu agradeço a Deus

XV . PONTOS DO ORIENTE

1. De quando em quando
2. Sou marinheiro,eu sou marinheiro

XVI . PONTOS DAS ALMAS

1. Eu andava perambulando
2. Minha Santa Rita
3. Tam, tam, tam bateram na porta do céu

XVII . PONTOS DE ANJO DA GUARDA

1. Quem vem, quem vem lá de tão longe
2. Lá do céu desceu um anjo
3. Oh Deus do céu

XVIII . PONTOS DE EXU

1. Exu Tiriri de Umbanda
2. Eu sou Seu Sete Capas
3. Tranca Rua no reino
4. Exu que tem duas cabeças
5. Querem me matar Gira Mundo
6. Orerê, Orará

XIX . PONTOS DE DESCARGA

1. Já está na hora
2. Mestre Luiz chegou
3. Sereia, minha Sereia
4. A marola do mar vem chegando
5. Chegou na sua gira
6. Pai Tomé veio do Paraíso
7. Capitão do mar
8. Lá no alto da pedreira
9. Corto língua, corto mironga
10. Que bombardeio se deu lá na Jurema
11. Tava dormindo na porteira do curral
12. Bananeira que eu plantei à meia noite
13. Eu venho de tão longe
14. Tire a folha
15. Esse Terreiro é de Ganga Macaia
16. Descarreguei, descarregá
17. De longe eu vejo

XX . PONTOS DE CRIANÇA

1. Lá no céu tem três estrelas
2. São Cosme e São Damião
3. Bahia é Terra de coco
4. Hoje tem alegria
5. O sol e a lua são dois irmãos gêmeos

XXI . PONTOS DE PRETO VELHO

1. Um galhinho de arruda
2. Preto Velho, vem de Minas
3. Benedito é Preto calunga
4. Sou Preto, sou Preto
5. A fumaça do cachimbo da Vovó
6. Vovó cochila seu cachimbo cai no chão
7. Vovó Catarina é dona do reino
8. Sou Pedro velho macumbeiro
9. Ô Zé Miromba
10. Vovó Luiza que chora mironga
11. O meu Pai Antônio
12. Pai Joaquim ê ê
13. Pai Joaquim cadê Pai Mané
14. Vovó não quer casca de coco no Terreiro
15. Lá vem Vovó descendo a serra com a sua sacola
16. Com o poder de minha Pai
17. Preta Velha que fuma cachimbo
18. Quem vem lá quem combate demanda
19. Oh já vai Preto Velho
20. Na beira da praia
21. Filho de Umbanda
22. Tatá na Aruanda
23. Benedito é Preto calunga
24. Bahia ou África
25. Na Bahia ninguém pode com baiano
26. Oh meu Senhor do Bomfim
27. Arriou na linha de Congo
28. Eu corro a minha gira com Deus e Nossa Senhora
29. Aruê minha São Benedito
30. E ora vamos sarava Seu Rei de Congo
31. São Benedito na língua de Zambi
32. Preta Mina vem lá da Bahia
33. Minha agulha, minha didá
34. Eu sou baiana, sou baiana de Terreiro
35. Minha galinho cantou
36. Venho de longe
37. Meu Santo Antônio pequenino, corre Umbanda sem parar
38. Não tem saia, não tem saia
39. Na Bahia tem, que tem orobi
40. É Congo, é Congo, é Congo
41. Olha branco que sabe ler
42. Santo Antônio é santo de mesa
43. Ora baixa meu povo baixa
44. Eu venho de longe
45. Congos e Cambindas
46. O vento deu no mar
47. Os quindins, os quindins, os quindins, ô Mujongo
48. Santo Antônio era menino
49. Ele é dono do Terreiro
50. Pai Antônio quando vem da Bahia
51. Vou ralar meu coco
52. És tu meu Santo Antônio
53. Pisa no caminho devagar
54. O Santo é que está de ronda
55. Rei Congo Mujongo, maravilha
56. Cadê a sua pemba
57. Se os Pretos Velhos tem
58. Santo Antônio de pemba
59. Meu Santo Antônio pequenino
60. Meu cachimbo está no toco
61. Santo Antônio de pemba
62. Tia Maria vem no Terreiro
63. Ela vai, ela vai, ela vai pra Bahia
64. Estava na Bahia
65. Vovó quer, eu vou mandar buscar
66. Está iluminada a sua banda
67. Quem encosta em mim não cai, calunga
68. É de ouro só, é de ouro só
69. Maria Conga o que é que você quer
70. Neste mato tem folha
71. Tem vintém mamãezinha
72. Santo Antônio é santo maior
73. Terra zi que Terra, zi que Terra
74. São Benedito é um santo padroeiro
75. Tem coco, tem coco, tem coco
76. Preta Velha que vem da Bahia
77. No Terreiro desse gongá
78. Eu vim de Angola, bambaruê
79. Arriou papai, arriou a sua banda
80. Cadê a minha coco
81. Eu vim, da Aldeia
82. Quando eu venho lá de cima
83. Eu plantei mandioca
84. Adeus minha pemba
85. Eu vim de Angola eu trouxe figa de guiné
86. Vou me embora, vou me embora
87. Mãe Maria lavadeira
88. Andei sete noites, andei sete dias
89. O biju tá no tacho
90. Eu venho da Bahia, com o pano da costa
91. Bate na cumbuca, repenica no gongá
92. Aonde é que Preto Velho mora
93. Oi Cambinda de Umbanda
94. Se ele é Congo
95. É devagar, é devagarinho
96. Na sua Urucaia tem mungunzá
97. Eu mandei fazer um baile
98. João Batão, João Batelão
99. Estrela do céu que me disse o Guaiá
100. Baixai, baixai como a rosa
101. Preto de Angola é Preto Velho
102. Pinto piou lá na serra
103. No Terreiro de meu Pai tem pemba
104. A Bahia, a Bahia, a Bahia
105. Ai quem mandou à cidade
106. Sou baiano de mussanga
107. Tiana chegou aqui nesse gongá
108. Dá licença Pai Antônio
109. Oi dai-me forças Jesus de Nazaré
110. Já foi o sol, já veio a lua
111. Bahia é boa pra quem sabe aproveitar
112. Nesse mato tem folha
113. Virgem Mãe da Piedade
114. Preto Velho anda a pé
115. Cateretê de Preto Velho é de Congo só
116. Oh Vovó Catarina um dia vem
117. Ela vem salvar seus filhos
118. Estão assoviando lá na Aruanda
119. Povo de Umbanda
120. Sou filha de marimba
121. Preto Velho foi escravo
122. Pedro Banguela
123. Todo mundo está se rindo
124. João Banguela meu Pai
125. Hoje é dia de alegria
126. Papai, mamãe, vamos fumuná
127. Quem vem lá, sou eu, sou eu
128. O Sinhozinho quer que chame de doutor
129. Bahia, Bahia, Bahia de São Salvador
130. Ora salve Santo Antônio, mamãe ruê
131. Pisa na corrente como gente
132. Vamos ver juntos
133. Casamento de minha sinhá
134. De longe eu vejo papai na Aruanda
135. Nós que somos Pretos
136. Na linha de africano
137. Abre a porta do céu São Pedro
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Filme Chico Xavier

Publicado por Administrador em março 23, 2010

Percebam a emoção do ator:

Assistam o Trailer Oficial do Filme:

Assistam um Trailer feito com fotos (não oficial):

FICHA TÉCNICA:

Produção: Lereby
Produção e Direção: Daniel Filho
Produção Executiva: Julio Uchôa
Diretora Assistente: Cris D’Amato
Montagem: Diana Vasconcellos, ABC
Música: Egberto Gismonti
Fotografia: Nonato Estrela, ABC
Roteiro: Marcos Bernstein, AC – baseado na obra “As Vidas de Chico Xavier”, do jornalista Marcel Souto Maior.
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Rose Verçosa
Som Direto: Carlos Alberto Lopes
Desenho de Som: Simone Petrillo
Mixagem: Branko Neskov, Cas
Produtores Associados: Bruno Wainer, Eduardo Girão
Efeitos Especiais: O2 Pós Produções, Laboratório Technicolor Creative Services, Labo Cine do Brasil
Co-Produção: Globo Filmes e Estação da Luz
Distribuição: Columbia/Sony Pictures, Downtown Filmes


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OS QUE DEIXAM MARCAS DE BONDADE

Publicado por Administrador em março 23, 2010

Algumas pessoas vêm ao mundo e deixam suas marcas.

A marca da caridade, contudo, é privilégio daqueles que carregam muito amor no coração e se dedicam ao semelhante

Mahtma Gandi e Madre Tereza de Calcutá são alguns exemplos no exterior

Irmã Dulce, Zilda Arns e Chico Xavier são alguns exemplos brasileiros. Viveram integralmente voltados para a caridade.

Para eles, bom não foi serem importantes. O importante foi serem bons

No próximo dia 5 de abril, às 18h, a Assembléia Legislativa estará realizando uma sessão solene em homenagem ao centenário de Chico Xavier. Estará presente o diretor Daniel Filho e parte do elenco de “Chico Xavier, o filme”

Além de Daniel Filho, estarão presentes, entre outros, os atores que interpretam Chico Xavier: Nelson Xavier, que interpreta Chico Xavier no período 1969/1975, Angelo Antonio (1931/1959) e Matheus Costa (1918/1922)

Não é uma solenidade de caráter religioso, doutrinário. É uma homenagem aos brasileiros – muitos anônimos – que nascem determinados a se doarem integralmente ao próximo.

Todos são bem-vindos!

Com o abraço fraterno do

ÁTILA NUNES

FICHA TÉCNICA:

Produção: Lereby
Produção e Direção: Daniel Filho
Produção Executiva: Julio Uchôa
Diretora Assistente: Cris D’Amato
Montagem: Diana Vasconcellos, ABC
Música: Egberto Gismonti
Fotografia: Nonato Estrela, ABC
Roteiro: Marcos Bernstein, AC – baseado na obra “As Vidas de Chico Xavier”, do jornalista Marcel Souto Maior.
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Rose Verçosa
Som Direto: Carlos Alberto Lopes
Desenho de Som: Simone Petrillo
Mixagem: Branko Neskov, Cas
Produtores Associados: Bruno Wainer, Eduardo Girão
Efeitos Especiais: O2 Pós Produções, Laboratório Technicolor Creative Services, Labo Cine do Brasil
Co-Produção: Globo Filmes e Estação da Luz
Distribuição: Columbia/Sony Pictures, Downtown Filmes

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O TIPO ASTRAL DE EXU

Publicado por Administrador em março 18, 2010

Leopoldo Bettiol

Confrades.

Tive, pouco faz, a oportunidade de ter ante os olhos, uma coleção de figuras de Exu. Foi uma decepção, um calafrio, um escárnio para a minha sensibilidade.

Lamentei. O divino é por isso mesmo sacro.

Não deve, não pode ser reles, grosseiro, ridículo. O artista, se tal nome merece, que em má hora de inspiração infeliz, elaborou, aquele grupo de estatuetas vermelhas é um imbecil; sem gosto e sem cultura artística ou um velhaco “mercantilista”, abusando da crendice, da boa fé, da simplicidade dos seus irmãos de crença. AQUI CESSA, TODA TOLERÂNCIA E BOA VONTADE. Se o seu criador fosse “um artista”, saberia que a ARTE, no Ocidente, esteve 1500 anos ao serviço da Igreja. O mais belo da imaginação criadora do espírito humano, está na arquitetura das catedrais, nos talhe, nos relevos, nas imagens, nas estátuas e ornamentos. A Igreja medieval foi refugio do artista. Não havia , uma arte social, havia uma arte religiosa: divórcio, entre o sacerdócio e o povo.

Foi, em pós da REVOLUÇÃO, de par com a inspiração maometana, que surgiram escolas, cenáculos, salões e museus… Foi assim, na Índia, na China, no Egito, na Grécia. Não seria, suficiente, consultar um tratado de Arqueologia, uma História da Arte? Não estará por ali, o melhor do pensamento, procurando uma expressão de beleza?

Beleza tão construtora, como um livro sacro? Uma ascensão espiritual comovedora? Não é com verdadeiro pesar que nós “nos confrangemos” quando a arte se degrada?

Foi a minha impressão. Aquilo, aquele grupo de demônios vermelhos, “guampudos”, com pés caprinos, de barba em ponta, de sobrancelhas hirtas, de olhos saltados e dentes agressivos, NÃO É EXU! … Aquilo é uma concepção primária, falsa, mórbida, velhaca, indecente, ridícula. Aquilo depõe, contra seu criador. Não é o Lúcifer das Escrituras. Não é o Plutão dos gregos. Não é o Tifon do Egípcio. Não é o Ahriman do babilônio. Não é o Ravana do hindu. Não é o Curupira do bugre… Por Deus!… Não é nada disto. Aquilo é uma estupidez! Um “Satanás de Opereta”, nada mais!…

O negro, não tinha uma concepção de Demônio; o bugre, ainda menos. Porque trazer para a Umbanda aquele espantalho bestificador?

Dizem que Exu tem sido visto assim. Admito, aceito. Visto por quem?

Por clarividentes ignorantes, mal educados, impressionistas obcecados; vitimas de sua própria criação mental, doentes, atemorizados por sugestões mórbidas, presas de leituras mal digeridas, atordoados por disciplinas rituais sem nexo, por uma magia espúria, explorada por caciques ignorantes… O fato, raia pelo crime. Não deve continuar assim.

Falsa doutrina, falso arremedo, de falsas iniciações! Caso de expurgo. Literatura deletéria, livros para queimar!

Gente, precisada de trato com o neuro psiquiatra, num hospital! Não é a vidência, o que eu nego. Não condeno o médium, ignorante e passivo. Digo que ele é uma vitima, dotada de uma faculdade que precisa educação. Que há tratados, para desenvolver e controlar o fenômeno da vidência, sob a direção de um responsável!

Mediunidade, mentalismo, hipnose, sonambulismo lúcido, que constatam o fenômeno; ramos do psiquismo, que tem leis para o estudo sério da questão.

O Exu do negro, o Bará é um Deva da linha angélica, de tipo inferior; um agente, um servidor, um desbravador, que nada tem que ver com esse monstro vermelho.

Será bom ou mau, conforme o fim mágico para o qual for dirigido, pelo seu “propiciador”, sem necessidade de assumir em “sua função serviçal”, uma figura grotesca. Seria supor, que nossos garçons, criados lacaios e serventes, devem assumir figuras e gestos de macacos, quando nos estão servindo… Já, tão bem, o diz, o aforismo hermético: – como é embaixo, é em cima. Um lacaio de casa rica tem camisa engomada e casaca de botões dourados; um garçom enverga blusão de linho branco; o cozinheiro, um avental, um avental; a capeira (encarregada de um guarda-roupa), uma touca rendada..

Que impressão teríamos, se nos servissem contorcidos, deformes, agressivos, chiando e cuspindo?

Não daríamos logo, “pelo falso da atitude”, pela estupidez?

Isto, que não admitiríamos, para a vida normal e comum de todos os dias, nós admitimos para o mundo espiritual…

Por quê?

Há uma lógica em tudo isto?

Não! Não há. Há morbidez, fanatismo, infantilidade, temor e falsa observação.

Já viu lendo obras de arte, qual é a indumentária do servidor grego, egípcio, babilônico? O antigo servo romano? O gladiador do circo, o soldado? Veste uma tanga, um calção, um saiote curto nada mais!… Em missão mais conspícua, um peitoral, saiote até aos joelhos, sandálias; pernas e braços nus, cabelos bem penteados, um colar, braceletes. Postura ereta, digna, respeitosa, continente. Por que, não representaremos assim, “deste modo natural”, o nosso EXU?

Por mim, repilo o artista, o escritor fantasista, que fuja da historia, no desenfreio da sua imaginação tresloucada e falsa.

Teriam mentido os hermetistas? Será um ludibrio toda a figuração dos mitos, tão rica em belezas?

Saberão, esses artistas e escritores que pela força do pensamento, pelo poder mental, “estão criando” formas astrais que permanecem vivas “imantadas”, receptivas, nos planos subjetivos e que posteriormente “invocadas”, agem sobre vivos, como seres maléficos, de efeitos terríveis de perversão?

Não estarão esses artistas de fancaria, SUJANDO O AURA MENTAL DO MUNDO, com as suas criações?

E é essa gente nefasta e ignorante que nos falam de ocultismo e de iniciação?

Não haverá uma noção de responsabilidade, quando influímos na alma dos outros?

A Umbanda será tão infeliz, que não empunhe um chicote para enxotar esses vendilhões?

Tenho concebido uma Umbanda limpa;, sem essas deformidades teratológicas. Como religião, a Umbanda, não se divorcia da Arte… Há, todo um mundo de belezas a propagar… Vamos encher nossos “Congas” de imagens, de Santos, de figuras, de estatuetas; está bem. Mas, façamo-lo com o senso do belo, que só por si, também é UMA RELIGIÃO.

SARAVÁ!!!

******************************

Amados Irmãos,

O texto acima foi retirado de um antigo livro foi necessário quase uma tradução, justamente porque passamos por reformas, acordos ortográficos e se há algum erro este deve a este irmão que vos escreve, mas dentro das minhas possibilidades eu trago a vocês este especial texto que são as páginas 79,80,81,82 e 83 do livro ABC DE UMBANDA – LEOPOLDO BETTIOL – Coleção Santo Agostinho – Edição Livraria E Flora Olimpia Ltda – Porto Alegre – Rio Grande Do Sul – Ano 1956 , percebam o ano e percebam o tema que ainda é atual, mesmo após cinquenta e quatro anos, ainda não conseguimos livrar-nos destes VERMELINHOS CHIFRUDINHOS e munidos de “sapatos” de CASCOS CAPRINOS, percebam o texto do irmão Leopoldo Bettiol, leiam e releiam, é chegada a hora de nos livrarmos dos CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS , é chegada a hora de trazermos aos nossos Terreiros o que é belo, Exu não é o que vendem por aí, também não podemos afirmá-los como anjinhos, mas torná-lo bestial é falta de coerência e de respeito a aos nosso Guardiões, perceba acima que imagem linda de João Caveira (imagem que já usei aqui no Blog), de cabelo penteado e trajando uma roupa impecável. O que muda representar Exu assim?

Interessante, que quando vamos visitar outras Casas ou ainda que queremos conhecer determinada Casa e que tenhamos vontade de algum dia fazer parte da mesma, lá vai o Pai/Mãe no Santo apresentar tudo do Terreiro, quando vamos então em dias que não há giras é mais fácil ainda de ter mostrado todo Terreiro, vimos tudo lindo e belo, em harmonia com o que rege nossa religião, mas quando chegamos na famosa Casa de Exu (nem todos Pais e Mães no Santo, mostram o local reservado a Exu, mas para entrar em uma Casa e ser filho da mesma acredito que todos deveriam visitar sim este espaço), ou espaço reservado a Exu, ficamos chorosos ou ainda passível de muita tristeza, lá podemos perceber as estatuetas dos CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS , isso acaba com a minha visita, a impressão muda totalmente do Terreiro, lógico que isso está mudando, aos poucos, a passos de tartaruga, mas já existe muitos Terreiros que começaram com os CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS e hoje retiraram do reino do Terreiro estas estatuetas do imaginário doentio do “pseudo-artista”.

Pais e Mães no Santo de imediato eu rogo vossas bênçãos rogo ainda desculpas, mas deixe seu reino (Terreiro) da forma que deve estar, sem os CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS , a nossa Umbanda é linda e maravilhosa, nenhum Exu vai achar ruim com a sua investida contras esses CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS , pare e pense, já que não aceita outras imagens no lugar dos CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS que deixem apenas os Pontos Riscados como já vi em alguns Terreiros ou ainda que se risque apenas o Ponto dos Exus que são de sua Coroa, ou ainda como vi em outros Terreiros coloquem lá as quartinhas (alguns Terreiros usam quartinhas para simbolizar o assentamento de Exu, não são todos).

Pai e Mãe no Santo de nossa Umbanda vamos abolir os CHIFRUDINHOS VERMELHINHOS ?

Que Oxalá proteja todos vocês e que possam mudar com sabedoria a forma de representar nossos amados Exus!!!

Alex de Oxossi


P.S. – Queridos irmãos de blogs, sites, comunidades e grupos o texto que trago do irmão Leopoldo Bettiol, não existe em nenhum site ou blog da internet, pelo menos eu não achei no Google e Orkut, esteja a vontade para levá-los a vossos espaços, mas não se esqueça de mencionar de onde você o tirou (Blog Povo de Aruanda) e principalmente o nome do Autor, principalmente este texto que tive que fazer algumas pequenas adaptações.

ABC DE UMBANDA – LEOPOLDO BETTIOL

Coleção Santo Agostinho – Edição Livraria E Flora Olimpia Ltda – Porto Alegre – Rio Grande Do Sul – Ano 1956

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Como Reis e Rainhas

Publicado por Administrador em março 18, 2010

Por Jorge Scritori

A vida de um Sacerdote, Dirigente, Pai, Mãe ou Zelador tem alguns aspectos interessantes de se observar.

Vivemos como Reis e Rainhas. Nosso trabalho é nosso reinado, os Irmãos que dividem esse trabalho representam a visão e a expectativa do povo.

Temos como função planejar, pensar, organizar e administrar o bom funcionamento do reino. Lidamos o tempo todo com o fator humano das relações, onde um simples boa noite, ou a falta dele, causa tumulto ou indignação nas partes.

Temos como papel, ordenar as finanças do reino, e olha que não fazemos saques ou pilhamos outras moradas, e isso faz com que cada dia do reino seja vivido com uma rotina diferente, dia por dia, semana por semana, mês por mês. E tem épocas que o balanço judia um pouco…

A nossa porta, tem aqueles que se sentam em cadeiras, esperando a operação de um milagre, que nem eles conseguem entender. Afinal o milagre da vida já lhes foi concedido: nasceram, cresceram e estão vivendo. Só que a necessidade de respostas imediatas é maior do que o milagre da vida.

E além de toda essa bagunça que é um reinado, tem a vida pessoal, que inclui relacionamento e família.

Ao nosso lado pode estar a personificação do entendimento, e mesmo assim não seremos compreendidos perante as nossas atribuições.

Quem te ama, vai te machucar de verdade…

A Família vai ser um episódio único. Eles podem ter o seu sangue, mas não terão o seu pensamento e isso cria um abismo de possibilidades.

Quem deveria te apoiar de verdade, te condena de verdade ou te cobra de maneira impiedosa…

Parece um conto de fadas, né?!

Só que o trabalho não para, tudo cresce e os cenários mudam. Algumas noites são mais longas pensando na dor e na dificuldade dos outros e acabamos por esquecer as nossas próprias dores. Afinal, quem tem coroa na cabeça também tem lágrimas nos olhos e sentimentos no coração.

Podemos caminhar como Reis e Rainhas, e no fundo no fundo, somos Pais e Mães que adotaram pessoas em nossos campos, em momentos de dificuldades para eles. Só que isso não nos isenta da nossa humanidade. Sofremos, lamentamos, temos acessos de ira e como todo mundo, temos dúvidas…

Em alguns momento, o silêncio e a solidão, serão amigos de ouro.

Dedico esse texto a todos os Papais e Mamães Espirituais que fazem da sua vida uma jornada continua para a vida dos outros.

Abraços e muito Axé!

* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –* –*

O texto acima foi enviado ao Grupo Povo de Aruanda (Yahoo) pela irmã  Marcia Nunes e desde já agradeço a esta irmã pela sua dedicação ao Grupo Povo de Aruanda.

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Nem da Dilma a Umbanda precisa…

Publicado por Administrador em março 17, 2010

A Umbanda precisa de você!!!!

Amados irmãos,

Muitos apontam os dedos para Dilma sobre o Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa, mas por outro lado sendo um brasileiro e religioso devemos é pensar na nossa Carta Magna que dizem que somos iguais perante a Lei e que todos temos direito ao culto, tal qual as demais religiões, não precisamos de TRATAMENTOS ESPECIAIS eu como Umbandista e brasileiro assim penso, diferente que pensam os que posso catalogar Umbandistas ortodoxos, não precisamos de garantias de políticos A ou B de favorecimentos deste ou daquele, precisamos de sermos respeitados e nada mais, ninguém precisa de Liberdade e sim que SEJA CUMPRODA A LEI, a CARTA MAGNA, a CONSTITUIÇÃO deste País e nada mais, os Católicos, Evangélicos, Espíritas, Candomblecistas e outros tem o mesmo direito, dona Dilma nossa opinião pode de nada valer, mas a senhora representa a política e eu falo pela religião limitado a este blog, então fez o certo, fez o correto, vivemos em um governo laico e se não é deveria ser.

Umbandistas, nossas conquistas são muitas, não é preciso de forma alguma fazerem política com nossos problemas, é preciso fazermos de nossos problemas uma ordem legal, que tenhamos os mesmo direitos, não precisamos de políticos e sim de VOZ JURIDICA!!!

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Jô Soares entrevista o pai de santo Sérgio Kunio Kwanami

Publicado por Administrador em março 17, 2010

Amados irmãos,

quem ontem não assistiu o Programa do Jô poderá assistir aqui em nosso Blog, na comunidade Povo de Aruanda (clique para acessar nossa comunidade no Orkut) há diversos comentários a respeito da entrevista, o que é uma grande perda é que a entrevista foi pequena demais, ainda há a interferência do Jô que desvirtua muitas vezes algumas entrevistas, o que não tira o valor de seu programa, tudo que é levado ao programa repercuta, espero que a entrevista de ontem repercute para nossa querida religião, discordo de algumas coisas ditas pelo irmão Sérgio Kunio Kwanami, mas ele mostrou algo a muitos que é a alegria de ser Umbandista e no final foi ótimo perceber que a platéia adorou o entrevistado.
Obrigado Pai Sérgio Kunio Kwanami fez bonito ontem, mesmo eu discordando de algumas coisas que o senhor lá disse, que pena que o tempo foi pouco, mas já é um grande espaço para nossa Religião.

Os vídeos abaixo foram levados a comunidade Povo de Aruanda pela irmã Madelon e desde já eu agradeço a dedicação desta irmã a nossa humilde comunidade.

Estejam todos em paz e que Oxalá proteja nosso amado irmão Sérgio Kunio Kwanami!!!

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O Dia de Oxum passou a ser considerado patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro…

Publicado por Administrador em março 15, 2010

O Dia de Oxum passou a ser considerado patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. A determinação é da Lei 5.650/10, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo desta sexta-feira (5).

A data, comemorada anualmente no dia 8 de dezembro, reverencia a figura de um orixá dos cultos afrobrasileiros.

De autoria do deputado Átila Nunes (PSL), a nova norma determina que os festejos deverão ser programados e realizados pelas secretarias de Turismo e Ciência e Cultura e incluídos no calendário oficial e turístico do Estado.

- A finalidade principal desta lei é reconhecer, oficialmente, essa manifestação religiosa realizada há mais de 300 anos em nossa cidade, trazida pelos afrodescendentes que aqui chegaram como escravos, trazendo suas tradições e cultura. É um patrimônio vivo, dinâmico e um bem cultural intangível do povo fluminense.

Segundo Átila Nunes*, Oxum controla a fecundidade.

- A maternidade é sua grande força. O orixá ama as crianças, protege a vida e tem funções de cura. É também a orixá do ouro, riqueza e do amor, se destacando pela jovialidade e beleza.

Átila Nunes é autor de vários projetos de lei tornando os orixás em patrimônios imateriais, como Nanã (também aprovado), Ogum, Oxosse, Xangô, Inhaçã, Iemanjá, Ossanha, Obaluaiê-Omulu, Oxalá, além dos Pretos Velhos, entre outros.

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SAL GROSSO – O ETERNO DILEMA

Publicado por Administrador em março 12, 2010

Amados irmãos,

abaixo mais um dos lúcidos textos do irmão Claudio Zeus, espero que todos gostem do texto e que visitem o blog Umbanda Sem Medo que sou leitor assíduo e ainda trago para cá o que tem de melhor naquele Blog.

Cláudio Zeus

O que se diz, então, do SAL GROSSO?

Diz-se que ele é apenas sal, que não tem as mesmas qualidades da água do mar, que é perigoso … e por aí vai.

Pois muito bem. Vamos por parte.

O que é certo?

É certo que o sal grosso, USADO COMO DESCARGA, não assenta energia alguma e é apenas um elemento de descarga por arraste e, desse modo, não é que ele descarregue tanto o positivo quanto o negativo ele descarrega qualquer excesso de energia e, por isso mesmo, se o médium não tem treinamento mental pra se imantar, logo após, com energias que pode muito bem capturar mentalmente para si, deverá tomar um outro banho que traga em si, não o poder de descarrego, mas de carrego ou imantação, sendo que, para que isso aconteça, o sumo das ervas deverão ficar no corpo o maior tempo possível para que a Aura absorva essas energias. Se tomarem o segundo banho e não deixarem o sumo no corpo ele também vai funcionar como descarrego, apenas.

Para exemplificar, lembremo-nos dos AMACIS:

O que se faz depois da lavagem de cabeça? As ervas ou o sumo ficam na cabeça e, para alguns até cerca de três dias, não é? Isso nos mostra que, para assentarmos as vibrações das ervas elas precisam ficar em contato com o corpo físico, o maior tempo possível, e só assim poderão ir passando, aos poucos, para o corpo físico, suas propriedades energéticas.

Um outro exemplo: Um abian, quando raspa e fica recolhido, em sua cabeça é colocado o oxu que é uma mistura de ervas, sangue do(s) animal(is) sacrificados, bem assim como suas visceras e, REPARE BEM, esse oxu fica em contato com o Ori e é renovado várias vezes durante o tempo de recolhimento. Por que isso? Porque a energia contida no Oxu, TEM QUE FICAR EM CONTATO COM O ORI, POIS SÓ ASSIM A ENERGIA É REPASSADA PARA ESTE.

Quando conhecemos os fundamentos, OS PORQUÊS ASSIM PROCEDEM, fica mais fácil entendermos que: PARA QUE UM BANHO RECARREGUE MESMO (IMANTE) UM MÉDIUM, ELE NÃO PODE SER RETIRADO LOGO APÓS.

Visto isso e observando pelo outro lado do prisma, veremos também que: SE O MÉDIUM TOMA QUALQUER BANHO, DE QUALQUER ERVA E NÃO O DEIXA NO CORPO, ESTARÁ RECARREGANDO NADA.

Vamos analisar agora, se o banho deve ou não deve ser tomado na cabeça.

Voltando ao raciocínio anterior e observando que PARA QUE A ENERGIA “ENTRE” o banho tem que permanecer no corpo (cabeça inclusive) e que, quando tomamos banho de descarga isso não acontece e, além disso, nosso CENTRO MEDIÚNICO MÁXIMO está justamente NA CABEÇA, então vamos chegar à conclusão de que, se tomamos banho de descarga do pescoço para baixo, DEIXAMOS DE DESCARREGAR EXATAMENTE NOSSOS CENTROS MEDIÚNICOS MAIS IMPORTANTES, que são os chakras FRONTAL E CORONÁRIO.

Aí eu pergunto: De que adianta você descarregar do pescoço para baixo e deixar os plexos principais tomados por energias negativas, principalmente se sabemos que banho de descarga não fixa vibração alguma JÁ QUE É RETIRADO LOGO APÓS?

E uma reflexão ainda: Sabendo-se, pelo que já expliquei, que banho de descarga, mesmo os de ervas, não fixam energia porque não permanecem em contato com o corpo, então podemos chegar à conclusão de que o sal grosso, que é apenas um elemento ligado à Mãe Terra ( e por isso mesmo a represente em quase todos os rituais de magia) pode muito bem ser usado no corpo inteiro, desde que não permaneça e seja retirado logo depois.

Perceba que é nossa mente que determina o que um elemento físico vai representar para nós e, se o médium estiver imbuído da idéia que “se usar uma erva tal vai se danar ou se usar sal grosso também”, ENTÃO É MELHOR NÃO USAR MESMO PORQUE VAI ACABAR FAZENDO MAL.

Mas se a cabecinha dele não tiver esse tipo de raciocínio e deixar o elemento (sal ou ervas) agir por si, então ele vai poder desfrutar de seus benefícios.

Se, aliado aos benefícios normais, a mente estiver dirigida para objetivos positivos (ao contrário da primeira suposição) enquanto executa os banhos aí, com certeza, eles terão muito mais eficácia.

Nossa mente, tanto pode nos auxiliar como nos destruir. Um exemplo clássico é o do largo uso de “placebos” (remédios que não contém princípio ativo algum) que são ministrados em certos doentes, fazendo-lhes antes, crer que são remédios maravilhosos. Se o paciente se convencer mesmo disto, acaba se curando. Em outros casos, o simples fato de alguém alardear que um remédio tal ou mesmo um alimento está matando, é suficiente para que vários outros passem a se sentir mal, sem terem motivos.

Eu, por exemplo, tomo banhos de sal grosso e sempre da cabeça aos pés e sempre que acho necessário, fazendo recarga com banhos de ervas muito raramente e nunca tive qualquer quizila com Guias, Protetores ou Orixás por causa disso.

O Sal Grosso não é um composto sintético do tipo NaCl (CLORETO DE SÓDIO) que se prepara em laboratórios químicos, e sim um composto produzido através da reagregação dos elementos sólidos da água do mar pela ação do calor que faz evaporar apenas a parte líquida (água) que compõe as também compostas gotículas de água do mar.

Visto isso, percebemos que o SAL GROSSO possui em si, TODOS OS ELEMENTOS DA ÁGUA DO MAR (iodo e outros sais diversos, bem assim como também, MATÉRIA ORGÂNICA da mesma natureza que encontramos no mar), DESTITUIDO APENAS DE SUA PARTE LÍQUIDA (água = H20) que se evapora pela ação do calor. Portanto, SAL GROSSO NÃO É APENAS SAL!!

Muita gente demonstra pouco conhecimento sobre o que é O SAL GROSSO ou MARINHO que é gerado a partir da água do mar e é tão misturado com todos os outros elementos sólidos (orgânicos e inorgânicos) deste que, se buscarmos nas fontes, veremos milhares de microorganismos e outros não tão micro assim, cristalizados dentro das pedras que se formam. É por isso que, posteriormente, para uso culinário, ele é REFINADO.
Para ficar bem compreedido: podemos explicar o sal grosso como uma espécie de “SOLIDIFICAÇÃO DA ÁGUA DO MAR” sendo usado, inclusive, por outras tradições em banhos de imersão (quem não se lembra dos banhos de sais, coloridinhos, cheirosos, que não passam de pedras de sal grosso misturadas a essências perfumadas e anilinas coloridas?) para reequilíbrio do sistema nervoso.

Existe uma teoria de que o Sal Grosso “é uma substância que desagrega as energias deletérias, destruindo-as” … O Sal Grosso não destrói. Ele as desagrega e arrasta para o chão, assim como também nos livra (não destrói) de ELETRICIDADE ESTÁTICA a partir do momento em que nos coloca “em curto” com a terra durante os banhos que são altamente condutores. E, para quem não sabe, o excesso de Eletricidade Estática também é altamente nocivo ao nosso organismo e sistema nervoso.

Uma excelente aplicação, também para a descarga com o sal grosso, é o seu uso como “tapete”, quando a pessoa, por algum motivo, não pode estar em contato como o chão de terra (que seria o mais indicado em banhos deste tipo) e quer aumentar o poder de seu banho de descarga (de ervas ou de sal grosso mesmo). Nesse caso, coloca-se a pessoa sobre uma boa quantidade de sal grosso, numa banheira, bacia ou box e depois se lhe aplica o banho, de acordo com o ritual.

Nesse caso o sal grosso nos pés, ajuda na absorção das energias que, ou parte dele mesmo ou as ervas utilizadas vão retirar e logo depois deve ser despachado na água corrente para que essas energias não fiquem ali paradas e acabem sendo reabsorvidas.

Mas pode acontecer de alguém se sentir mal após tomar banho com sal grosso?

Pode sim, assim como também pode sentir-se mal ao tomar o banho com outra erva qualquer que possa vir a ser quizila (choque vibratório) para suas Vibrações Originais (orixás). No entanto, esses casos serão, certamente, excessões e não regras, pois o sal grosso, a exemplo da própria água do mar da qual é subproduto, pode ser considerado uma forma energética (lembra-se de que tudo é energia?) quase que universal.

Uma outra coisa que pode sim, causar incômodos, seja com o sal marinho, seja com qualquer erva que não esteja estritamente compatível com a energia padrão da pessoa, é o fato de os usarmos, teoricamente como elementos de descarrego (descarga) e acabarmos por deixá-los em contato com a pele mais que o necessário. Isso se explica pelo fato de que, quanto mais tempo esses elementos de descarga permanecem em contato, mais as suas próprias vibrações energéticas tendem a se agregar à pele e também à Aura, com suas possíveis conseqüências, e principalmente pelo fato de que, se houve uma descarga anterior, pode muito bem o corpo e/ou a Aura estar carente de energias, fato que os faria absorver a energia mais próxima. Deu para entender?

É preciso que se entenda, de uma vez por todas, que tanto banho de ervas, quanto de sal grosso e até mesmo banhos com pipocas e outros, se usados como DESCARGA, não podem permanecer em contato após terem sido jogados pelo corpo. Há casos até em que os tomamos dentro de buracos cavados na areia ou terra para que depois os restos (até as roupas) sejam tapados e esgotados pela terra, não é mesmo? Vai dizer que não sabia disso?

Mas e nos casos em que precisamos manter a energia dos elementos utilizados no corpo? Podemos usar as mesmas ervas da descarga?

Veja bem, porque nem precisamos “gastar muito os miolos” para entender isso.

Se lhe foi recomendada uma ou algumas ervas específicas para o seu caso e elas, vibratoriamente, fazem parte das energias que compõem a sua Coroa (estou considerando médiuns iniciantes e sabedores de suas ervas próprias) então, o mais óbvio é que se tome esse banho em dois estágios:

O primeiro como descarga, livrando-se tanto do sumo (com uma chuveirada ou de qualquer outra forma), como das ervas (caso passem pelo corpo) e depois, um outro banho, com as mesmas ervas que ficarão, aí sim, secando no corpo, por assim dizer.

Podemos também, em alguns casos, tomar o primeiro banho apenas com o sal grosso, descarregá-lo (livrar-se dele) e por fim, um novo banho com as ervas específicas ao nosso caso.

Vou fazer apenas mais uma correlação, através da qual espero estar explicada de uma vez por todas essa diferença entre BANHOS DE DESCARGA e BANHOS DE IMANTAÇÃO OU DE RECARGA.

Nossa correlação envolve exatamente uma coisa que fazemos todos os dias (eu acho) – tomar banho !

Como fazemos para retirar a sujeira (podemos correlacioná-la as cargas)?

Primeiro nos molhamos para que o sabão ou sabonete seja aplicado – considere o sabonete o ELEMENTO DE DESCARGA (sal ou ervas) – e logo depois de nos esfregarmos retiramos o sabonete e a sujeira que o sabonete amoleceu, juntos. O fato é que, SE NÃO RETIRARMOS BEM o sabonete com a água, vamos ficar com ele e a sujeira grudadas, não é?

Pois é! Não retirar a erva ou o sal de descarga logo após, pode ter o mesmo efeito.

E depois? E se a gente pretende ficar “cheirosinho(a)”

(IMANTADOS COM OUTRO ODOR)?

Aí sim, podemos usar uma loção ou perfume que é o que vai permanecer em contato com o corpo sem ser retirado. Esse perfume ou loção é o que pode ser considerado o BANHO DE RECARGA, OU IMANTAÇÃO, pois é ele que vai ficar por mais tempo irradiando através e a partir de nosso corpo, imantando-o e também, à Aura!

Você que está lendo, nem precisa acreditar piamente no que leu, mas se tiver coragem de QUEBRAR TABUS e resolver experimentar SEM MEDOS (isso é muito importante), com certeza vai se beneficiar sobremaneira.

Paz e Luz em Oxalá para todos!

Cláudio Zeus

Blog Umbanda Sem Medo

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