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Reflexões Umbandistas

Posted by Administrador em outubro 20, 2009


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Etiene Sales – GhostMaster -

O que será que existe de errado conosco (nos Umbandistas)? Será que somos tão cegos na nossa própria Fe (de nossas casas, de todas as Ramificações) que esquecemos de ver que o outro, nosso próximo Umbandista, que também tem uma Fe?

Talvez sejamos egoístas em achar que o que encontramos como Umbanda seja a única verdade, o certo, o verdadeiro do verdadeiro que não nos envolvemos em conhecer o que o outro faz por achar que o que praticamos é puro, único, liquido e certo.

Ou sejam as circunstancias em que encontramos a nossa Umbanda? Muitos desestruturados mentalmente, espiritualmente, arrasados por circunstancias amorosas, arruinados por descaídas financeiras, perseguidos por bruxarias e feitiços, desacreditando em um DEUS, em uma Fe, pomados por um guia e acordando em paz diante de todos em uma sessão, por obrigação, por compromisso, por orgulho, por salvação, procurando elevação e achando que assim ou assado e o certo, … São tantos os motivos que nos levaram ate a Umbanda, mas não são motivos solitários, isolados, mas comuns a tantos outros, de tantas outras casas, de tantas outras Umbandas no Brasil e no Mundo.

Talvez sejamos soberbos pela graça alcançada: “vai la, que o velho, o caboclo, a criança, o exu, a pomba-gira vai resolver seu problema; o Pai/Mãe/Mestre/Cacique e forte e vai resolver seu problema; se você merecer ira conseguir; …” Conseguimos e ali ficamos em sentimento de elevação e achando o Maximo, mas e os outros, também não serão o Maximo? Também não conseguem?

Nossa distancia, nosso isolacionismo, nossa ancia pelo poder, por não ver o outro Umbandista como igual pode ser nossa ruína, nosso “tendão de Aquiles”, o furo no dique de nossa espiritualidade.

Talvez daqui a uns 20 ou 30 anos, quando a idéia de uma Umbanda agualitaria, unida na diversidade e aceita pela diversidade que o e, possa ser mais amiga, mais companheira no seio dos médiuns.

Razão, modernidade, consciência e Fe podem andar juntas com a tradição, com os ritos, com as doutrinas, com a evolução que cada um almeja; sem atritos, sem competições, sem quartéis, comandantes e generais que defendem e tentam influenciar outros com o que fazem como se fossem únicos e absolutos. Podemos caminhar juntos, unidos em propósitos e ações, e talvez essa união, essa irmandade, seja um ponto a mais em nossa evolução (um espelho que reflita o que somos, e aquilo que fazemos), pois para ela (a evolução) teremos que tirar os véus da soberba, do poder, da vaidade, da arrogância, da ambição, e trocar pela humildade, tolerância, irmandade, amor, conhecimento, franqueza, ajuda, proteção, carinho, compaixão, respeito, tolerância, informação, amizade.

Talvez um dia, um minuto, um momento … quem sabe?

Quem sabe se um dia poderemos sair da vida virtual e se atrever na vida real, unidos em razão de um propósito maior, de uma Fe maior, de nos mostrar, e mostrar a essa sociedade a essência de nossa Religião …

Sempre fica a possibilidade, uma Fe, um ideal a se alcançado, um propósito.

Etiene Sales – GhostMaster -

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Uma resposta to “Reflexões Umbandistas”

  1. Marcio Tex said

    Que mensagem Etiene!!
    Se o povo umbandista soubessem a força que tem a união na fé, com certeza, nossa religião estaria em seu lugar merecido. Enquanto isso não chega, unívo-nos em prol de nossa fé e religião!! UMBANDA tem fundamento, UMBANDA cheira guiné…
    Axé!!

Os comentários estão fechados.

 
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