VII – Pontos de XANGÔ
Publicado por Administrador em março 25, 2007
Queridos irmãos sempre é muito estar aqui com vocês, mas entenda que precisamos da ajuda de todos vocês, ou seja, prestigiando nossos patrocinadores e é claro dando alguns cliques em alguns links que temos em nosso blog.
BICHOS ON-LINE
TIN YAN DEI
Artigos de Umbanda
Artigos Esotéricos
Atabaques
CDs de Umbanda
Livros de Umbanda
================================================================================
01
Pedra rolou Xangô
Lá na pedreira
Segura a pedra meu Pai
Na cachoeira
Tenho o meu corpo fechado
Xangô é meu protetor
Firma seu ponto meu Pai
Pai de cabeça chegou
02
Xangô, ele rei da pedreira
Rei da pedreira ele é o rei de Umbanda
Xangô ele é o nosso Pai
E filhos de Xangô
Bambeia mas não cai
03
Quem rola a pedra na pedreira é Xangô
Quem rola a pedra na pedreira é Xangô
Viva a coroa de Zambi
Viva o meu Pai é Xangô Agodô
E aqui neste reino ele está
04
Estava sentado na pedra
Esperando meu Pai Xangô
Xangô na Aruanda
Xangô na quimbanda
Xangô na linha das almas
Com Ogum venceu demanda
05
Segura a pedra Xangô
Não deixa a pedra rolar
Pega no livro e na pena
Para a justiça firmar
06
Eram seis horas
Quando o sino tocou
Na Marambaia
Cidade da Jurema
Eram dez horas
Quando o galo cantou
Com licença de Zambi
Saravá Pai Xangô
07
Na pedreira da mata virgem
Aonde mora meu Pai Xangô
Água minou, Nanã Borocô
Pedra rolou, saravá Pai Xangô
08
Quem de lê, quem de lê Xangô
Ele filho da cobra coral
Olha preto está trabalhando
Olha branco não está olhando
09
Ô Gino olha a sua banda
Ô Gino olha o seu gongá
Aonde o rouxinol cantava
Na pedra onde Xangô morava
Ele Gino da cobra coral
Ele Gino da cobra coral
Ele Gino da cobra coral
Kaô
10
Que pedreira tão alta
Que nem limo criou
Oh não me quebra pedra
Que a morada é de Xangô
11
Seu Ariri, Ariri, Ariri
Seu Ariri ele é o Rei da Mata Virgem
Aonde o sabiá cantava
Na pedra onde Xangô morava
12
Quando a lua aparece
Leão na mata roncou
A passarada estremece
Olha a coral que piou, piou, piou
Olha a coral piou
Salve o povo de Ganga ô
Chegou seu Rei de Umbanda
Saravá nosso Pai Xangô
13 (pólvora)
Lá no alto da pedreira
A faísca vem rolando
Agüenta a mão cabra de força
Que a faísca vem queimando
14
Minha mãe cadê Xangô
Xangô foi passear
Minha mãe cadê Ogum
Foi pra guerra guerrear
15
Lá em cima daquela pedreira
Tem um lírio que é de Xangô
(bis)
Kaô, kaô, kaô, kabeci
16
Xangô meu Pai
Deixa essa pedreira aí
(bis)
Umbanda tá lhe chamando
Deixa essa pedreira aí
17
Sua machado é de ouro, é de ouro
(bis)
Machadinha que corta mironga
É machadinha de Xangô
18
Meu Pai Xangô
Olhai seus filhos
Que eu também sou filho seu
Kaô, Kabeci
Saravá gongá
(bis)
19
Xangô, Xangô, Xangô, Xangô meu Pai
Foi o Senhor mesmo quem disse
Filho de Umbanda não cai
20
Tererê Xangô, ô tererê Xangô
Na calunga,
Segura filhos de Umbanda
Não deixa filhos cair
21
Por de trás daquela serra
Tem uma linda cachoeira
(bis)
É onde mora o meu Pai Xangô
Que arrebentou sete pedreiras
22
Xangô é dono da pedreira
Segura o meu destino até o fim
(bis)
Se algum dia eu perder
A fé no meu Senhor
Rolai essa pedreira sobre mim
Meu Pai Xangô
23
Oxossi é rei das matas
Xangô é da pedreira
Iansã da ventania
Mãe Oxum da cachoeira
Xangô, Xangô
Xangô, kaô
Kabeci
24
O lelê kaô
O lelê kaô
O lelê é de vangolé
Lelê kaô
25
O Ganga ô
A terra é da Jurema
O leão é lá das matas
A pedra é tão forte
O rei, é Xangô
26
Xangô veio das virgens matas
Com seu bastão de prata
Para nos salvar
Xangô kaô
Xangô no reino é meu Senhor
27
Dê deloucau
Dê deloucau auê
Xangô, olha Ogum de o dé
Olha Ogum de lê Xangô
Olha Ogum de o dé
Olha Ogum de lê
28
Oh rei do mundo
Oh rei do mundo
Dizem que Xangô
Mandou girar
Mas é com fé
29
Naquele tempo que Xangô recebia
Com sua pena de ouro
Xangô escrevia
30
Xangô está no céu
Ai não está não
Xangô está na Terra
Ai não está não
E ê ê ê ê
Segura Umbanda, macumba – auê
31
Lá no reino de Badé
Lué, lué
Quem fala tem pouca fé
Lué, lué
Tem cheirinho de guiné
Lué, lué
Xangô no reino de fé
32
Graças a Deus, meu Deus
Pelo dia de hoje
Louvado seja Deus
Meu Pai Xangô, muito obrigado
Que Deus nos dê muita luz em nossos caminhos
Os comentários estão fechados.











